Anime promove reconexão espiritual
Postado em 26/12/08 na categoria Otaku, por LaivindilComo se diz no velho ditado, a arte imita a vida, a vida imita a arte, e os homens se vestem de mulher. Okay, o ditado não é bem esse, mas se esses tios podem usar Sailor Fuku, eu posso me dar ao luxo de reinterpretar uma simples pérola da sabedoria popular.
E por falar em cultura popular, os Templos no Japão há tempos não recebiam visitantes calorosos, e engajados. Em pelo menos um deles, a situação foi invertida, e as culpadas são garotas aparentemente pré-púberes, mas que têm peitos e menstruam. Não se trata de disfunção hormonal, mas sim das protagonistas de Lucky Star.

As meninas costumavam frequentar, no anime e no mangá, um templo chamado Washinomiya. Esse lugar existe de verdade, e fica em uma região já habitada pelo autor do 4-Koma, Kagami Yoshimizu. Os pais das gêmeas Kagami e Tsukasa, na história, trabalham no templo, e todas as personagens costumam comemorar lá os festivais.

E foi isso que acabou motivando essas criaturas, homens entre os 20 e 30 anos, maior parte do fandom de Lucky Star, a vestirem-se como suas personagens preferidas, e invadirem o antes pacífico templo. Longe de reclamar, os monges do templo até que estão bem satisfeitos, com o renovado interesse, e com o curioso perfil desses cosplayers malucos.


Shigeki Ito, um nobre trabalhador nos dias de semana, é um dos que agora frequentam o local, e ainda vai vestido de Konata. “Este é um local sagrado para nós”, ele teria dito, e Keitaro Osakabe concorda, afirmando que “é divertido estar nos mesmos locais que os personagens de anime, e nos conectar com seu mundo”. Osakabe criou um guia de fotos, indicando os locais na vida real, e no desenho, e dando dicas dos melhores ângulos para se replicar as cenas do desenho.
Apesar da desconfiança de algumas senhorinhas moradoras da cidade de Washimiya, que por algum motivo misterioso acham muito estranho essas pseudo-drags andando pra cima e pra baixo no templo, o comércio local soube aproveitar. Souvenirs das personagens são vendidos nas lojas, comidas especiais com seus nomes, mais outra infinidade de pequenas idéias que estão incrementando o turismo local. Já rolaram inclusive festivais, envolvendo o elenco de vozes original.
Às vezes eu me pergunto se a mãe desses caras sabe disso.



Realmente Otakus representam o ponto alto da bizarrice da cultura moderna, pensando bem não sei se isso é ruim ou bom, por um lado pessoas idealistas e exigentes podem fazer nosso mundo se aproximar do ideal comum, por outro a frustração que a realidade causa em idealistas pode(e com certeza faz) fazer com que essas pessoas se tornem Hikikomoris malditos e críticos extremistas de qualquer assunto.
Laivindil:Às vezes eu me pergunto se a mãe desses caras sabe disso.
Resposta:Como você sabe o japão tem um dos maiores indices de suicídio do mundo.
Até imagino o título de um site de suicídios japones:
Seu filho se veste como garotas de anime? faça agora mesmo uma viagem com o nosso ônibus alugado com direito a intoxicação com dióxido de carbono e sem nunhuma dor e veja-se livre desse desgosto.
Eu iria de Elizabeth (Vide Gintama). Não tem nada haver com Lucky Star mas dá pra tirar uma graça xDDD
Eu iria de turista brasileiro otaku de templos… uma coisa que tenho percebido nos ultimos mangás que tenho lido eh isso, tem umas tiazinhas, geralmente as que gostam de uma historia a la the ring, que conhecem simplesmente todos templos budistas, xintoistas, xiitas, sunitas, ugandistas, cristãos, judeus e etc assim como todas as lendas, historias, mitos (mitos, historias e lendas… foi ótimo….) e supertições do japão todo…
sabe lucano que agora que eu fui me tocar que é sempre a mesma porra? xDD
Sempre tem um tio enciclopédia por lá xDDD
Japonês não tem mãe, não.
Verdade Dri… Eles nascem por brotamento, por isso todos são iguais uns aos outros… Mas tipo, eles pelo menos depilam as pernas né?? Saia colegial com pimpolho ninguém merece…