Taradices e perversões da semana – Parte 2

Postado em 15/02/09 na categoria Cultura, por

Antes da internet, o Japão era famoso por seu povo inteligente e esforçado. Após a internet, o Japão passou a ser conhecido por suas bizarrices e perversões sexuais. Essa série é apenas uma prova física do porque isso ocorreu. Os fatos dessa série de posts ocorreram entre 7 e 14 de fevereiro, no Japão.

(09/02/2009) Mangaká preso por bolinar estudante no ônibus

Um mangaká foi preso por apertar os peitos de uma estudante no ônibus. Era hora do rush, o ônibus tava apertadinho e o senhor Nobuo Itagaki resolveu fazer fon-fon na estudante. Ele não foi preso com a boca na botija…digo, com a mão nas tetas, mas foi preso no outro dia, no ponto de ônibus, após ser reconhecido por um retrato falado feito pela polícia.

Pra quem ficou curioso, o único trabalho de “sucesso” de Nobuo Itagaki foi o 4koma “Nekomushi”, que era publicado na revista Comic Fantasy, e tinha como protagonista uma lagarta felina (?).

A segunda página traz o que parece ser uma cena de sexo entre uma lagarta-Garfield e uma lagarta normal. Tomara que esse cara ainda passe muito tempo na cadeia…

(10/02/2009) Homem preso por não pagar 750 dólares pra prostituta colegial

Ele comeu. E não pagou. Pra dar um golpe na prostituta, de 17 anos, o esperto homem de 24 lhe entregou um envelope, mas ao invés dos 70 mil yen negociado, lá dentro só haviam panfletos. Indignada, a menor de idade foi até a polícia e contou que foi enganada. O homem foi preso por envolvimento com prostituição infantil. Ao ser preso, ele declarou que só queria ficar com uma garota mais nova, como ele não tinha grana, resolveu dar o golpe. A garota, como sempre, ficou livre. O Japão costuma ser muito gentil com as prostitutas, como no caso do bordel de Akiba, e pelo visto o fato delas serem menores de idade não muda nada.

Amanhã venho com a última parte dessa semana, os dois últimos crimes que chocaram esse país! [Linha Direta Mode OFF] E tô pensando em transformar essa série em algo regular, vocês não fazem idéia da frequência com que aparecem notícias assim.

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