JCast #175

Papers: Lendas Urbanas

Participantes: Darkonix e Laivindil

Eis que as nuvens se abrem e ao som de trombetas o Jcast se manifesta novamente. E todos gozam em júbilo. Mulheres gozam mais, homens esperam um pouco. Dizem que Lésbicas possuem as melhores relações sexuais ever, pois podem transar teoricamente pra sempre. Um clímax se sucede ao outro num loop sexual infinito. Se todos nós buscamos prazer e se a natureza é sábia, então o mundo passaria a ser povoado apenas por lésbicas. Todas elas se proporcionando prazer e se reproduzindo espermaless. Eu descrevi um ótimo futuro distópico aqui, poderia ser um anime moe, um novo filme do Terrence Malick ou um clipe da Lady Gaga. Qualquer um desses funcionaria pra mim, o que eu preciso é de uma oportunidade. Oportunidades estão cada vez mais raras nesse mundo. Não é nem pelos 20 centavos, é pelo fim do sistema de popularidade tosco que estraga as bandas pop japonesas. Você é fã da banda por causa de dois ou três integrantes. E o maldito empresário resolve que agora esses três ficarão em segundo plano, só fazendo carão. Eles também precisam de uma chance pra brilhar. E são tão mais originais que os coreanos. Coreanos e seus malditos fãs brasileiros que acham que podem ser Ulzzang. Existe toda uma arte por trás da duck face coreana, você não pode imitar com seus traços brasileiros pesados, pele oleosa e espinhenta, além de contas a pagar no fim do mês. Tenho medo dessa geração, quando chegar na fase de revisitar suas vergonhas alheias passadas. Mind you, eu tenho algumas fotos toscas no orkut. Mas hoje em dia as redes sociais e os telefones com câmera transformaram os jovens em narcisistas sem noção, que pensam ter alguma opinião sobre alguma coisa. Isso pode dar uma boa tese de mestrado. Ou um filme do Terrence Malick, ou um clipe da Lady Gaga. E por falar em Gaga, eu queria que as lésbicas dominassem o mundo. E que a Dilma saísse logo do armário.

(00:01:17-01:29:03) Papers: Lendas Urbanas

Lenda Urbana é o melhor filme do mundo, depois de Pânico. Era de ouro do terror adolescente de assassinos mascarados cuja identidade era revelada no final para a surpresa de todos. E digo que esse filme mereceria um remake japonês usando apenas as lendas mencionadas por nós nesse bloco. Camisolas sujas, cabelos negros, muita lição de moral pra deixar os japinhas com medo de ir na esquina. O que é odd, considerando que nós sempre nos espantamos com o desprendimento que japoneses têm pelos seus filhos, Yotsuba que o diga. Ou talvez isso explique tudo: eles não fazem merda por medo de algum espírito maldoso e self-righteous. Anyway, aqui veremos de tudo um pouco, a saber, bonecas cabeludas, comerciais amaldiçoados e alguma coisa envolvendo calcinhas. Eu acho, quase certeza. Impossível não mencionar calcinhas. Prepare-se para se assustar e fascinar com as tórridas e bizarras lendas urbanas japonesas.

Links no post:
OIE
Briga de Teke Teke
Quadrinhos coreanos assustadores
Kleenex do capeta

Acompanhem a gente por aqui também:
Grand Guignol
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@GranGui
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Músicas nesse programa:
Kinniku Shoujo Tai – Odoru Akachan Ningen
Kinniku Shoujo Tai – Norman Bates ’09

JCast #168

Rant: Community, Prometheus, The New 52 e Dark Shadows
Papers: Propaganda na Segunda Guerra Mundial
Trend: Aniversário do Grande Terremoto de Nome Melodramático
Participantes: Darkonix e Laivindil

Quando você menos espera a gente volta. Quem eu quero enganar? Ninguém estava esperando mais. Por isso tentamos fazer uma edição com 5 horas de duração, pra poder compensar. E falhamos miseravelmente, parece que tem 20 minutos de podcast mais ou menos. Nesse tempo fora fizemos uma reciclagem mental e espiritual em um mosteiro acessível somente para aqueles de coração puro (a gente hackeou a segurança) e aprendemos a ser sucintos. Tudo bem que nessa era da pressa, em que seus sentimentos têm que ser jogados ao vento em 140 caracteres ou menos tornando assim tudo muito mais superficial, tornando a punchline mais importante do que a mensagem, tudo o que nós não precisamos ser é sucintos. Nós temos a chance de falar e falar e falar sem parar e não estamos presos a nenhuma restrição interna ou externa. Então eu digo foda-se o mosteiro (não, tipo, é um exagero para fins dramáticos, eu não quero que o mosteiro se foda, aliás, a gente nem esteve lá de verdade) e vamos simplesmente falar o que der na telha. A gente vai ofender (mais) muita gente no processo, mas palavras não têm poder. Elas não ficam gravadas no éter e germinam idéias que se tornam atos. Isso é alarmista demais. Deu medão hein. Melhor só calar a boca e assistir anime. Continue lendo “JCast #168”

JCast #164

Rant: Doctor Who na Cultura, Alcatraz, Black Rock Shooter e outras coisas que não recordo
Papers: Wabi Sabi
Participantes: Darkonx, Laivindil e Yohan

Faz tempo, meu povo, mas cá estamos. Ainda existimos e somos relevantes. Certo? Eu imagino que sim, mas ninguém telefonou pra saber como estávamos ou se estávamos vivos. Isso não foi muito legal da parte de vocês, ou foi? Não custaria nada perguntar, literalmente não custaria, temos um número 0800. Que eu não vou dizer qual é mais, isso seria estúpido. Passaria uma vibe de desespero. E somos orgulhosos, não precisamos de vocês. Afinal estamos upando podcasts apenas para lotar a internet de lixo, como pessoas fazem com bueiros e garrafas descartáveis. Queremos inundar a internet e acabar com o escoamento entulhando arquivos gigantes de áudio contendo nossas prepotentes opiniões sobre assuntos abstratos. Como o assunto de hoje. Então façam o download se quiserem mas depois upem de novo. Ajudem a propagar nosso plano maligno. Afinal de contas não precisamos da internet. Ela que morra. E isso não é uma manifestação de orgulho. Sim, a internet também anda sumida, ela não tem chegado junto, tá toda temperamental. Ela precisa de uma lição. Continue lendo “JCast #164”