JCast #186

Participantes: Darkonix e Laivindil


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Sabe o que acontece quando dois caras brancos se juntam na frente de um microfone? Eles discutem se determinado anime é mesmo feminista ou não. Claro! O que mais nossos maiores feministos que você respeita poderiam fazer? Descubra se uma mulher nua é empoderamento ou objetificação e chegue a conclusão nenhuma, afinal, são dois… caras… falando sobre isso. Ahem. Spoilers, me desculpem. Kill La Kill é mais do que esse ponto, embora esse seja o melhor para inspirar essa introdução engraçadinha. Sabe o que mais é engraçadinho? O nome Crusher Joe. Fiquem tranquilos, o nome é meio ridículo mas o resto é bem sério. Sci Fi de primeira, direto dos anos 80. Muita ação e muito sangue no olho nesse episódio do Jcast, então prepare seu coração, diminuia seu colesterol e atente para certos avisos antes de partir nessa grande odisséia.

  • Kill la Kill é uma promessa antiga
  • Crusher Joe é antigo mas não é uma promessa
  • Esses títulos não foram feitos para todos
  • Saibam abraçar o absurdo
  • Quando mais bizarra a premissa, mais a gente gosta
  • Falta de Vitamina D é um problema maior do que você pensa
  • No mundo de 2016, o público torce contra a Ryuko e depois que ela perde ele grita: “chora esquerdinha KKKKKKKK”
  • Joe Crushes
  • Kill is Killed by Kill
  • Existem muitas camadas em KLK: escolha a sua favorita
  • O apresentador canastrão do The Apprentice é o presidente dos Estados Unidos da América
  • I mean, really
  • A gente agora pode pagar mico uns três anos seguidos, ganhamos crédito
  • Poderia ser um fun fact se ele fosse só uma estrela da TV catapultada ao maior cargo do mundo, mas ele calha de ser um merda do caralho e muita gente tá vivendo aterrorizada
  • Fascismo é um dos temas de KlK
  • Pensaram que falar do Trump era só um rant aleatório?
  • Crusher Joe deveria ganhar uma adaptação Hollywoodiana
  • Não rolaria polêmica de whitewashing já que são todos aliens
  • No máximo earthwashing
  • Já viram o trailer de Vigilante do Amanhã?
  • Nada? Claro, é porque esse é o nome nacional de Ghost in the Shell
  • Enquanto isso Full Metal Alchemist sofre de Yellowwashing
  • Não dá pra reclamar disso, DIFFERENT ISSUES, PEOPLE
  • Ame dobradinhas no JCast, dois pelo preço de um, sendo que um já era de graça mesmo

JCast #185

Participantes: Darkonix e Laivindil


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Hoje iremos fazer uma viagem no Túnel do Tempo, não só por causa da idade dos animes discutidos, mas também pela idade dos áudios. Bons tempos aqueles… Ana Maria Braga reinava nas tardes da Record, Didi Mocó fazia piada racista no horário nobre, a Esperança vencia o Medo nas urnas, você ainda não tinha se viciado em maconha e achava que não precisava estudar muito já que jamais precisaria de Física quando fosse um artista bem sucedido em, no máximo, dois anos, porque preciso terminar de maratonar Smallville primeiro. E Dexter.
Mas divago… embarque conosco nesse festival de nostalgia e memória emocional duramente editada. Mas antes, conceda instantes de atenção para os seguintes avisos.

  • Angel’s Egg não é hentai.
  • Muito menos Bobby’s in Deep.
  • Não, po, é sério
  • Afffff quanta maturidade, hein
  • Um dia o Japão investiu em curta cult
  • Nos anos 80 quanto mais obscuro e fadado ao esquecimento seu projeto fosse, mais você conseguia fundos para animá-lo.
  • Uma grande bolha
  • Assista a esses dois títulos tomando chá
  • E as Olimpíadas, menina!
  • Sim, eu sou otaco, eu to falando do encerramento
  • Nos informem inbox se esses animes valem a pena, faz muito tempo e realmente não conseguimos lembrar nem do plot básico.
  • Darkonix cortou todas as piadas datadas e infames
  • Não éramos desconstruídes
  • Isso não era even a thing
  • Então percam as esperanças, esse não será um experimento comparável a assistir a uma atriz ser molestada ao vivo em um talk show nos anos 70
    Estreou Allstars 2
  • Todes torcendo pra Alaska
  • Alaska paga pra você morar lá
  • Deve ter o pulo do gato mas eu não li a matéria toda
  • Você pode ver a Rússia do Alaska
  • Viciado em Years & Years
  • Esses animes são lindos
  • Compartilhem com os abeguenhos
  • A Globo mandou avisar que o Mario é muito querido pelas crianças de todo o mundo

JCast #184

Participantes: Darkonix, Fuu e Van Pompilio (YuffieNeko)


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Eita friozinho bom né? Que friozinho? Exatamente! Não durou muito, nesse momento o calor tá forte e em grande parte por causa do retorno de Digimon Tri. Deveria ser Tetra at this point, mas teoricamente ainda é a mesma série. Vamos destrinchar essa nova leva de episódios juntamente com Darkonix, Fuu e Van Pompilio.
Opa, opa, opa! Desculpa, vou ter que interrompê-lo rapidamente, já que antes de dar o play e/ou digivolver você precisa se recordar de importantes pontos.

  • Angélica não canta o tema de Digimon Tri
  • Nem Eliana.
  • Laivindil não viu Digimon Tri pois pretende rever as duas primeiras temporadas antes.
  • Até parece que isso vai acontecer.
  • Tenho um amigo que passou a infância brincando com um Togemon pensando se tratar de um cactus antropomórfico genérico.
  • Alguém lembra de Monster Rancher?
  • Fácil lembrar, só tinha uns dois designs com mil variações.
  • A revista Herói era totalmente parcial a Pokémon.
  • Lembro até hoje de uma análise comparativa tendenciosa que faria a Veja ficar com inveja.
  • Pokémons evoluem quando estão preparados psicologicamente e blá, e digimons evoluem quando precisam dar porrada. As palavras não eram essas, mas seguia esse raciocínio.
  • Hola Unblocker parou de funcionar na Netflix.
  • Isso não prejudica apenas minha maratona de 30 Rock.
  • Tem Digimon 1 e 2 lá, ainda que apenas dublado em Inglês.
  • Se alguém tiver algum outro método, please let us know.
  • Digimons são digitais e são campeões.
  • Sempre será melhor que Pokémon.

JCast #182

Participantes: Darkonix e Laivindil


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Ninnin-game! Fiquem atentos durante todo o episódio, pois ao final você terá que responder quantas vezes a cor vermelha apareceu. E por cor vermelha eu digo a do alarme que acende a cada vez que o Laivindil gagueja, ou que o Darko fangirla a Momoninja.

  • Após assistir a Ninninger você vai querer começar todas as palavras com “Ninnin”
  • O episódio piloto é puro deleite e inovação tecnológica
  • Liguem pro Michael Bay, ele ainda não sabe que um robô pode pilotar outro
  • No design confuso de ferro retorcido de Transformers isso seria something else
  • Acaba de estrear Rupaul’s season 8 e eu torço pela Kim Chi e Dax Exclamationpoint
  • Ambas são nerds, cosplayers and represent girl
  • Os uniformes de Ninninger são lindos e história meh
  • Os uniformes de Toqger são feiosos e a história thumbs up
  • Zyuohger possui uniformes meio termo e só Deus sabe o quê vai acontecer
  • Não tenho toc com padrões, necessariamente
  • Meus problemas são com espelhos e gavetas
  • Usem a hashtag #desafiofotolatras no Instagram e participem
  • Bitches be like: pior sentai em anos
  • Exagero, Jcast sempre vê o lado positivo em tudo
  • Assista aos poucos e se permita a diversão

JCast #179

Review: Hoshi wo Ou Kodomo
Review: Colorful

Participantes: Darkonix, Laivindil e Yohan

Ah, o Jcast. É tão gostoso aqui, não? Respira fundo, sente essa familiaridade. Sem rants interminaveis e verborrágicos de nove horas. Sem opiniões. Back to basics. Dois integrantes, dois animes, comentários acerca desses animes. Vamos fingir que o Knurd Report não aconteceu. Até ele acontecer de novo, sinto muito. Enquanto durar, no entanto, sinta o aconchego. Massas fritas que são doces são perturbadoras, não acham? Como algo frito e gorduroso pode ao mesmo tempo ser doce? Quem decidiu isso? Quem abriu e estudou o paladar humano para descobrir que algo mergulhado em óleo poderia também ser banhado em açucar e se transformar em um doce pesado e com fator de culpa multiplicado por 1000, e, assim sendo, entrar na lista dos favoritos da humanidade? Que tipo de alquimia é essa? E não se trata de churros, somente. O Sonho é a situação mais alarmante, pois você nem realiza que aquilo é frito até assistir ao preparo de um deles em um episódio do Note e Anote, durante uma preguiçosa tarde pós-colégio. Quando o cozinheiro convidado por uma mais jovem e enluvada Ana Maria Braga mergulha a massa numa poça de óleo fervente seu queixo cai em completo choque e desde então você não consegue mais comer sonhos com a mesma paz de espírito. Obrigado, Note e Anote, por prejudicar gerações viciando-as em anedotas e no Art Popular, arruinando o confortável e necessário mistério por trás de certas receitas e fazendo-as considerar o absurdo que é tomar cartilagem de tubarão em cápsulas. Sabe o pacote “coração partido”? É quando você se envolve com alguém sabendo que vai terminar em merda e se confronta com duas escolhas: ou deixa pra lá pois você é mais você, ou curte enquanto durar, sem profundos envolvimentos. Daí você escolhe a segunda opção e quando a merda dá errado você sofre assim mesmo. Isso é o pacote que todo mundo quer muito viver pois crescemos assistindo a novelas e comédias-românticas e precisamos muito não só viver o amor mas também sofrer pelo seu fim. Então declaramos que: parem de confundir luxúria com amor: ambos são pecados capitais, mas um deles é um sentimento horrível que prejudica seu pensamento lógico e te faz cometer atrocidades apenas para satisfazer seus órgãos genitais. E o outro é a luxúria, que nem é tão ruim quanto, mas pode criar problemas na sua escola dominical. E último conselho: quando falarem para você dissolver uma colher de chá de creatina em um copo cheio d’água gelada, faça isso ao pé da letra. Jogar a colher de creatina na boca e beber água do gargalo por cima não faz o mesmo efeito.

(00:01:20-00:25:18) Review: Hoshi wo Ou Kodomo

Nesse verão, a lenda vive. Dos mesmos criadores da versão periódica do JCast, da versão periódica e listener-friendly do Knurd Report, da versão de-vez-em-nunca do JCast e da versão dedo-do-meio-proverbial-estupro-sonoro do Knurd Report, vem aí o Jcast-de-vez-em-nunca-desatualizado-pra-caralho. Sim, na ânsia de bater nosso próprio recorde de insanidade descontrolada, falamos sobre Hoshi wo Ou Kodomo, o então novíssimo filme do Makoto Shinkai. Esse mesmo, o cara egocêntrico que gosta de nuvens. Ele lançou um filme depois desse, então perdoem essa parte. Venha descobrir com a gente se Hoshi wo Ou Kodomo é apenas um lindo filme ou se também faz um bom trabalho narrativo, se os temas são bem explorados e se as nuvens merecem uma categoria própria na premiação japonesa equivalente ao oscar.

(00:26:14-00:59:40) Review: Colorful

Mantendo a consistência do nefasto tema, analisamos nesse bloco a singela e introspectiva obra-prima Colorful. Um estudo sobre a morte, suas implicações e o que significa ter uma segunda chance. Ou algo assim. Faz muito tempo que gravamos isso e não dá nem pra lembrar se o filme é bom ou ruim. Mas fiquem tranquilos, isso é o JCast: A obra pode ser um espetáculo sensorial ou uma falha miserável, mas nós sempre encontramos coisas interessantes pra dizer a respeito.

Comunidade no VK: http://vk.com/theknurdproject
Email: alojcast@gmail.com

Músicas nesse programa:
Tenmon e Akifumi Tada – Opening
Anri Kumaki – Hello Goodbye & Hello
Kow Otani – Touhikou!
Kow Otani – Tadaima. Sayonara Shita Sekai

JCast #178

Review: Uchouten Kazoku

Participantes: Darkonix, Laivindil e Yohan

Calorzinho infernal. Já começo falando do clima porque faz muito tempo que não nos vemos (ou que vocês não nos ouvem) e precisamos quebrar o gelo de alguma forma. Não que haja algum gelo a ser quebrado nesse calorzinho infernal. Noruega é um ótimo país, não só por oferecer frio a seus habitantes, mas porque está digitalizando toda a sua biblioteca nacional para que portadores de IPs noruegueses possam acessá-la livremente. Eu nunca ouvi falar dessa doença, mas deve ser alguma que prejudica o intelecto, para pedir tal tratamento. Outro país frio muito bom para seus moradores é a Finlândia. Ela nos deu The Rasmus. E Deus viu que isso era bom. Pelo menos na fase “penas de corvo no cabelo”, enquanto o Lauri era jovem. Antes ele era loiro e genérico e depois ele ficou velho e patético. Aquela fase do meio… bang on. Sabia que apenas indianos e australianos usam essa expressão pra passar a idéia de “na mosca”? Eu os vi utilizando ambos os termos em reality shows desses países e jamais vi nenhum americano falar isso. Estados Unidos da América também oferecem frio a sua população e também maconha. Casamento gay também pode, desde que seja com casais do mesmo sexo. Brasil é um país em desenvolvimento. Aqui não temos frio ainda, nem boas bandas de metal nórdico, nem bibliotecas digitais, boa maconha orgânica e casamento gay*. Você até pode enfeitar muito a igreja e deixá-la “bem gay”, sabe, usando o termo “gay” pra elogiar e/ou criticar ou simplesmente descrever uma situação que seja muito exagerada. Pessoas fazem isso bastante. Desde que se encerraram as gravações do Com fome, Com sono e Sem Escrúpulos ninguém mais acompanha política, já que era a forma mais divertida de fazê-lo e se algo não é divertido não vale a pena ser feito. Mas eu sei que a Dilma ainda é presidente e que ela gosta que a chamem de presidenta, ainda que minha amiga gerente do Bob’s odeie que a chamem de gerenta. Eu não tenho uma amiga gerente, mas achei essa uma boa gag e quis adicioná-la assim mesmo. Eu também não curto muito pessoas que lutam muito por diferentes lados políticos, já que todos os lados sempre possuem argumentos muito bons e eu fico com inveja dos que conseguem se decidir por um deles com tanta facilidade. O Brasil tá sempre ruim, nesse ponto todos os lados concordam. Tá tudo sempre uma merda e a educação nunca é boa e os hospitais também. E sempre faz tanto calor… essa é a única constante em nosso país. Isso e música sertaneja. Faz tanto tempo que gravamos essa edição que provavelmente nossos dados e comentários já se encontram datados ou incorretos. Assim sendo, segue abaixo uma lista de coisas que ainda não haviam acontecido quando gravamos o podcast e portanto devem ser ignoradas quando mencionadas fora desse contexto.

– Morte do Michael Jackson
– Duck Dynasty
– Queda da Cortina de Ferro
– Mc Ludmilla
– Esqueceram de Mim 4
– Victor Von Doom genderswapped
– Lei do Passe-Livre
– Legitimação do Partido Pirata
– Beijo Hétero na novela
– Foo Fighters
– Finale de Breaking Bad
– Garoto Bombril
– Viral do Tennant cantando “I’m Gonna Be (500 Miles)”
– Haters da Dilma

(00:01:01-01:11:15) Review: Uchouten Kazoku

Um dos melhores animes de sua temporada, nos ensina de forma bizarra alguns valores meio estranhos. Por isso mesmo é tão interessante. Folclore japonês não é necessariamente mais legal do que o brasileiro, mas eles certamente produzem melhor entretenimento derivado. Temos aqui Tengu (não confundir com Tenga), Tanuki e seres humanos terrivelmente desprezíveis. Eu poderia falar da propaganda vegan que acontece nas entrelinhas e só não elaboro em cima disso porque provavelmente não existe nenhuma propaganda vegan nas entrelinhas. Esse desenho consegue extrair muitas emoções do telespectador e nessa análise nós tentamos enumerar as suas qualidades, seus (poucos) defeitos e tentamos entender suas perturbadoras mensagens. Esta introdução está terrível, já que passa a idéia de que é um anime lavador de cérebros da Happy Science, mas te garanto que não é. Eu me tornei membro da seita, coincidentemente uns dias após ter assistido o último episódio, mas esses fatos não estão relacionados. Uchoten Kazoku tem comédia, voluntária e involuntária, tem drama de cortar o coração e momentos WTF pra temperar. Anime perfeito para as degeneradas mentes por trás deste podcast. Eu sei que se auto-elogiar ou auto-denegrir é modinha, mas hey, já está feito. Esse texto está saindo atrasado e nem tudo pode ser tão original assim. Vivam com isso.

*Esse último tem sim, e a não ser que você tenha vindo atrás desse asterisco na hora que o leu lá em cima, nem vai lembrar do que eu tô falando.

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Músicas nesse programa:
milktub – Uchouten Jinsei
fhána – Qué Será, Será

JCast #177

Review: Pokémon X e Y

Participantes: Darkonix e Fuu

E se eu contasse pra vocês que às vezes o JCast atrasa por causa do texto? É engraçado, porque isso aqui é um podcast, não devia depender tanto disso. Mas a quantidade de texto que temos em nosso post é uma prova que o JCast é uma entidade viva. Nós não planejamos isso. Simplesmente aconteceu e passou a ser uma necessidade. Um texto do JCast não pode ser curto, não pode ser sem graça, e é por isso que, sempre que alguém vai escrevê-lo, é como se entrassemos em contato com uma divindade – ele sai quando quer, como quer. Por isso demorei pra escrever esse aqui, fazia tempo que não me ligava ao espírito do JCast, a psicografia não saía. Olhava pra caixa do WordPress e nada. Nunca sei terminar um texto.

(00:01:26-01:22:28) Review: Pokémon X e Y

O Mundo Pokémon é cheio de mistérios. Comecemos pela sua geografia: as regiões são baseadas em lugares do mundo real, mas seguem a mesma lógica? Unova está realmente do outro lado do mundo em comparação a Johto, Kanto, Sinnoh e Hoenn? E os pokémon, sempre viram seus amigos quando entram na pokébola? Aparentemente não, e você ainda precisa conquistá-lo, provando seu valor. Pokémon são como samurais tsundere, mesmo depois de aceitarem te servir, continuarão fazendo um doce. “Eu não fiz isso porque te amo, só estava com vontade de socar a cara daquele Tyranitar!”, diz o Hitmonchan enrubescido. Aí você dá um bolinho pra ele. E faz carinho em sua cabeça. E em seu ombro. A tentação é grande, e aos poucos sua stylus vai descendo pelo abdomen definido de seu campeão, seu lutador favorito. Ele vira o rosto para o lado, como quem aceita suas carícias, mas não quer admitir. É, talvez o vínculo afetivo adicionado ao jogo pelo Poké-Amie às vezes cause umas idéias um pouco impróprias.

Links no post:
Doujin do Green e seu falecido Eevee (desafio qualquer um a ler sem chorar)

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Músicas nesse programa:
Rica Matsumoto – Best Wishes!
Aki Okui – Kokoro no Fanfare

JCast #176

Review: Free!

Participantes: Darkonix, Dri Sweetpepper e Fuu

Quem diria que sairia um JCast de raiz mesmo com o Darko jogando Pokémon X o dia todo, hein? Na onda de milagres, talvez o próximo seja um programa de Feedback. Algum ouvinte ainda lembra deles? Nosso email ainda está lá: alojcast@gmail.com. Ele está tão triste e solitário quanto todos nós. Escrevam pra gente, mandem suas opiniões, sugestões, desenhos, contos, roteiros. Recebemos arquivos de áudio também. Infelizmente não dá pra prometer que algo vá ao ar, mas vai ser legal! Totalmente legal! Talvez o menos ilegal que já fomos por aqui.

(00:01:42-01:00:59) Review: Free!

“A água está viva. Mesmo se tocar gentilmente a superfície da água, o que mais gentil na superfície da água um fraco ondular pode ser notado, ele aguarda ansiosamente por sua presa. Então, assim que você se joga nela de qualquer jeito, repentinamente ela te ataca, com suas presas à mostra. Enroscando seu corpo, tomando a liberdade de seus pés e mãos. Quanto mais você luta contra, com mais força ela te envolve, logo você irá exaurir toda sua força. Porém, se você não lutar contra ela e mergulhar com o corpo preparado a água gentilmente se acalma. Abrindo uma fenda ao perfurar a superfície da água com as pontas dos dedos preparadas, seu corpo lentamente desliza para dentro. Seus braços, sua cabeça, seu peito, sua barriga e então seus pés. Ao invés de rejeitar a água, você a aceita. Ao invés de recusá-la, vocês reconhecem a existência um do outro, de forma recíproca. O mais importante é sentir a água. Sentir em seu coração. Então, confiar no que você sentiu. Acreditar em você mesmo.”

Retirado do capítulo 1 de High Speed!

Links no post:
Ótimo meta sobre o Haruka
Entrevista com Hiroko Utsumi e Futoshi Nishiya Parte 1 Parte 2

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Músicas nesse programa:
Oldcodex – Rage On
Style Five – Splash Free

JCast #173

Review: 20-mensou ni onegai
Review: Clamp School Detectives
Review: Clamp School Defenders Duklyon
Participantes: Darkonix e Dri Sweetpepper

A única coisa que importa hoje é um lindo, esguio e charmoso japonês como cara de ocidental, exalando sua bicuriosidade e envolvendo o coração de todos. Isso não é mais uma de minhas muitas críticas ao superficialismo das interações humanas, mas sim um resumo estereotipado e preconceituoso dos homens criados por CLAMP, representação que pode ser simplista mas não muito distante da realidade. Eu poderia estar roubando, poderia estar matando, poderia estar me esforçando pra falar sobre essas tiazinhas mas ao invés disso serei mais prático e irei direto ao ponto. Aqui vai uma ótima seleção de curtas gays para vocês queridas fujoshis.

Primeiro temos Leo Dicaprio em sua melhor fase beijando o Lupin. Depois temos o prostituto nervosinho que faz amizade com o filho de seu cliente. Só amizade. Temos ainda o garoto que sai pra passear com sua amiga e o pai dela. Digamos que ele queria ter ido só com o pai dela. Não é só amizade nesse caso. Devo fazer mais indiretas, ou posso parar enquanto estou sutil? Quem sabe um curta brasileiro, muitos deles são bons, esse pessoal sabe fazer direitinho. Ou então incesto: CLAMP adora incesto.

Cansei. Fiquem com essa lista do IMDB e sejam felizes. Depois me respondam se vocês de fato se masturbam enquanto imaginam os casais homos de CLAMP fazendo coisinhas. Não respondam isso. Acho masturbação feminina algo muito perturbador. Ainda mais depois que a Octomom gravou um vídeo disso. Acho uma alternativa válida para mulheres que querem entrar na indústria pornô, mas não querem ter que transar com ninguém. I get it. Só não sou o público alvo. Eu preciso ver pessoas interagindo. Não que eu queira ver a Octomom interagir com outros caras, tampouco com seu marido ou suas 300 crianças. Nas sábias palavras de Arthur Rimbaud (representado acima por Leo DiCaprio em sua melhor fase beijando o Lupin) :

“On n’est pas sérieux, quand on a dix-sept ans.
– Un beau soir, foin des bocks et de la limonade,
Des cafés tapageurs aux lustres éclatants !
– On va sous les tilleuls verts de la promenade.”

Ou seja, faz todo o sentido agora. Masturbação é ruim, sexo é bom, poesia é coisa de desocupados e CLAMP possui alguns notáveis trabalhos no campo da arte sequêncial. Falamos sobre alguns deles em seguida.
Continue lendo “JCast #173”

JCast #171

Rant: Kamen Rider Wizard, Doctor Who e…Polêmica!
Review: Azumanga Daioh e Yotsuba&!
Participantes: Darkonix e Laivindil

Hoje eu vou fazer uma introdução metalinguistica. Vou tentar elaborar floreios verbais e construções super criativas que deixarão o leitor boquiaberto com as minhas habilidades literárias. Vou ser irônico, ácido, inteligente, relevante, provocante. Vou reinventar a roda. Mas não hoje, no caso. Gastei toda a empolgação contando pra vocês a minha intenção e agora só consigo pensar em assuntos triviais. A estréia da Britney Spears no X Factor americano, por exemplo. O rosto dela é estranho, mas não tão estranho quanto os boobs da Christina Aguilera na competição de canto concorrente. Vocês querem aprender a fazer um prato vegano? Completamente livre de violência animal? Com a opção de acrescentar cachorro, pois eu pago pau pros coreanos? Anotem:

200g macarrão tipo espaguete
alho poró
noz moscada em pó
cominho em pó
repolho roxo em tiras
cenoura em tiras
molho shoyo
molho de pimenta

Aí você mistura tudo. Continue lendo “JCast #171”

JCast #167

Rant: God Bless America, Vingadores e Game of Thrones
Preview: Hyouka e AKB0048
Review: Digimon Xros Wars
Participantes: Darkonix, Laivindil e Yohan

Tem um cara que foi no Programa do Jô dar uma entrevista sobre aquecimento global. Ele é desses que dizem que tudo não passa de sensacionalismo e que a situação do planeta não está tão ruim assim. Esse vídeo caiu no youtube e se espalhou. Todos assistiram e compartilharam no facebook. Eu não tenho problema com esse cara em particular, ou com os defensores de seu ponto de vista. Mas é engraçado como as pessoas se apegaram a ele como se fosse uma bóia em alto mar. Todo mundo dizendo o dia todo que você é uma má pessoa por fumar, usar gasolina, jogar papel de bala no chão, ficar duas horas no chuveiro. Mudar hábitos é tão difícil. O alívio que dá quando um cara desses vem com toda a propriedade e sabedoria científica do mundo dizer que nada disso destruirá o mundo não tem preço. Tudo bem que eu não governo um país nem sou dono de uma usina e que a única coisa que me pedem é jogar o lixo no lixo. Eu não quero ser higiênico nem educado e é bom saber que o planeta não agonizará por causa disso. Vou até mandar hatemail pro Al Gore. Continue lendo “JCast #167”

JCast #165

Rant: Jogos Vorazes, Sétima Temporada de Doctor Who, Survivor e mais
Review: Kaizoku Sentai Gokaiger – Parte 1
Preview: Tokumei Sentai Go-Busters – Parte 1
Review: Kaizoku Sentai Gokaiger – Parte 2
Participantes: Darkonix, Laivindil, Dri Sweetpepper, Cristiano, Juba-kun e Raphael Soma

As pessoas morrendo de fome, como de costume, e cada vez que ligo no telejornal alguém me diz que o governo está votando alguma coisa relacionada com a copa do mundo. Daí paramos e pensamos: isso é só futebol.Não tem que levar meses de discussões, não tem que gerar tantos milhões em investimento, não tem que rolar corrupção. Certo? Afinal, eu amo peteca e não vejo nenhum país parar por causa desse tão subestimado esporte. Então eu percebo que o exemplo da peteca foi clichê e no mínimo preguiçoso. Só o fato de escolher peteca pra servir de contraponto ao futebol já mostra que, mesmo na minha cabeça, bater na bundinha acolchoada e cheia de penas é algo imbecil e inferior ao grande e hercúleo desafio de correr atrás de uma bola. Desesperado pelo medo de soar como uma imitação patética de Pedro Bial e Arnaldo Jabor, dou-me conta que perdi totalmente o ponto da conversa. E justamente para não perder mais tempo, puxarei o plug dessa discussão e entrarei em outra. Esqueçam essa intro. Vamos fingir que ela não aconteceu.

O tempo muda e desmuda toda hora, o céu fica nublado e você fica gripado, chove torrencialmente, gotas furiosas tamborilando no teto (fins poéticos, eu não moro numa casa de telha, só pra constar) e não faz frio. Incrível. Ano passado eu teria dito que meus agasalhos cheiravam a mofo e agora digo que eles desintegraram. Pó. Claro que essa intro está sendo pior ainda, pois em muitos estados do Brasil o frio vem constantemente e em alguns talvez ele nunca tenha ido embora. E do preconceito esportivo eu caio na segregação dos estados, comunicando-me apenas com as regiões ensolaradas do país, ignorando que as pessoas das regiões frias não só são dignas de minha atenção, como são extremamente mais bonitas. Ahn… eu acho melhor parar por aqui antes de maiores confrontos diplomáticos. Continue lendo “JCast #165”

JCast #161

Review: Universo Rules
Participantes: Darkonix, Laivindil, Dri Sweetpepper e Tanko

Yaoi day. Dia de deixar seus preconceitos de lado e admitir que lá no fundo você também é um Ikemen na casa dos 20 anos, sem nenhuma grande preocupação financeira, que se envolve com mulheres mas de vez em quando tem uma relação tórrida e dramática com um cara. Ou que pelo menos você gosta de ler sobre isso. Ou então que você lê só pra comemorar a data, sem precisar ficar tremendo de medo de ter sua masculinidade reduzida depois da experiência, embora todos saibamos que é isso que invariavelmente acontece.Só por hoje, sem contar pra ninguém, você pode ler esse mangá e ouvir o JCast. Nós não vamos te julgar aqui. Note que essa introdução é direcionada aos ouvintes homens, héteros e gays, já que meninas em geral já estão babando de excitação e abrindo espaço em suas férteis mentes para elaborar doujins a nosso respeito. Infelizmente nós não gravamos mais sentados nos colos uns dos outros, então boa parte da fantasia cai por terra agora mesmo. Mas mantenham a ilusão, nós fazemos isso por vocês. All that jazz. Continue lendo “JCast #161”

JCast #159

Rant: DC Universe Online, MMOs, Trabalho, BBC, a Tia do Yohan e o Resultado da Promoção!
Review: MD Geist II – Death Force
Participantes: Darkonix, Laivindil, Luan e Yohan

Vamos fazer algo diferente nessa introdução. Chega de comentários aleatórios sobre absolutamente nada. Vamos nos focar em um tema que não seja off-topic. Vamos falar de coisas nipônicas. Vamos postar a tradução do hino, encontrada via Google: “Possa seu reinado; Continuar por mil, oito mil anos; Até que seixos; Cresçam nos penhascos;Cobertos de musgo verde-claro.” Isso foi frustrante. É curto demais. Poderia então voltar pra raiz off-topic deste parágrafo e completar com um hino de outro país. Do Brasil, por exemplo. É belíssimo e ninguém conhece. Mas não farei isso, mantenho minhas promessas. Não vou divagar. “Laranja da China, Laranja da China, Laranja da Chinaaaa… Limão doce, abacate e tangerinaa”. É, não deu. Continue lendo “JCast #159”

JCast #158

Rant: Chapolin, Pablo Villaça, Podcast do Cinema em Cena, Reality Shows e mais um monte de coisa
Review: Redline
Participantes: Darkonix, Laivindil e Luan

Asiáticos são amarelos e indianos são dourados. Uma dessas afirmativas é mentirosa. Dois integrantes do JCast discordam em uma delas e concordam na outra. E você amigo leitor/ouvinte/hater/sujeito-de-baixa-auto-estima-que-só-ouve-jcast-pois-se-acha-burro-demais-pra-ouvir-nerdcast? O que você pensa a respeito? Questões polêmicas sempre são abordadas de forma cautelosa no podcast e não é pra menos. Vai que nossos ouvintes pensam demais e acabam chegando a conclusões que potencialmente causem a distorção completa das coisas como elas são? Tudo o que não precisamos nesse momento é de uma nova Ordem. Imprevisível demais. Já estamos acostumados com os detalhes da natureza. Peixes nadam, aves voam. Comediantes brasileiros que não são a Dani Calabresa não têm graça. Aceitar o mundo como ele é. Esse é o caminho. Só assim poderemos nos acomodar em berço esplêndido. Está no nosso DNA brasileiro, eternizado no hino. Deitados eternamente e assistindo anime. Me parece um futuro promissor. Continue lendo “JCast #158”