JCast #199 – Digimon Adventure tri. Bokura no Mirai


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Às vezes você quer debater certo assunto com alguém, mas esse alguém não está disposto a ouvir e você insiste mais um pouco até ser taxado de chato, autoritário, dono da verdade absoluta. Daí você lembra a pessoa que, infelizmente, por mais pretensioso que isso soe, naquele momento, existe sim um certo e um errado e que, perdão novamente pela pretensão, só dessa vez, você está do lado certo. Fazer o quê? Fingir que a outra pessoa tem razão, ainda que ela claramente não tenha, pra não sair como um ditador de opiniões? Sem contar que, como que apenas você é o dono da verdade se a pessoa também não muda de opinião? Nesse ponto meia dúzia de pessoas já sairam do grupo por ele estar muito chato e politizado. Sim, estou narrando algo que aconteceu em um grupo de WhatsApp, e sim, o assunto era política. Algum radialista cristão de denominação desconhecida falando sobre o absurdo que é todos aceitarem o custeio público de operações de redesignação sexual, mas não aceitarem tão bem assim se o SUS oferecesse terapias de conversão sexual para LGBTQIA’s. Daí às vezes você se sente na obrigação de esclarecer certas coisas. E aí a discussão já nasce perdida, pois uma parte concorda com o cara da rádio, outra parte está em cima do muro, e obviamente ninguém concorda com você. E daí você, dessa vez, é o dono da razão absoluta universal, já que tem a fodendo CIÊNCIA do seu lado, mas quem se importa? “Ai esse grupo tá chato”; “Ai, a gente até entende o seu lado, mas você precisa entender que existem opiniões divergentes e precisamos entender todos os lados”. Só que não. Você não pode ser da opinião de que a água do mar é potável. Quer dizer, você até pode, a não ser que queira que todo mundo passe a tomar apenas água do mar, já que água doce é pecado. Melhor você morrer desidratado sozinho. Ou de coisa pior. Do que você morre se tomar água do mar? Eu disse que a ciência estava do meu lado, mas não disse que eu entendo dela. Reeeeesumindo: a galera tá muito bem na zona de conforto dela e não tá afim de conversar sobre problemas que não as afeta. Daí que por culpa não dos extremistas, mas do povo que tá dormindo, gente que não deveria chegar ao poder acaba chegando. A galera depois de tudo vai se dar conta num alto e coletivo “Ops”, antes de voltarem a suas atividades normais, regadas a cerveja e churrasco. Minto: cerveja, churrasco e JCast, que hoje fala SOBRE O INCRÍVEL FINAL DE DIGIMON TRI. Antes de ouvir preste atenção nos seguintes avisos:

  • É TRIIIII! É TRIIII! É TRIIIIIIIII!
  • Eu lembro do Tetra só.
  • Minha primeira copa do mundo enquanto ser pensante.
  • Sim, você começa a pensar depois dos 10 anos de idade.
  • Ciência, baby, told ya
  • Esse foi um final polêmico
  • O fandom está dividido
  • Sempre esteve, mas se vocês vissem minha TL do FB entenderiam o que eu quero dizer
  • Minha TL do FB, rs
  • Agora será que já podemos ter um live action de Digimon?
  • Tão fazendo Monster Hunter, poxa
  • Eu achava que era de Monster Rancher e divulguei pra todo mundo
  • Monster Rancher com Milla Jovovich, dirigido por seu marido, o cara de Resident Evil
  • Já te ganhou aí né não? Você também teria se enganado.
  • Monster Rancher também merecia um revival
  • Não vi Digimon tri, e sempre deixo claro isso em todos os textos, mas é que eu realmente não sei o que falar sobre os episodios mencionados nesse review
  • Eu vou ouvir tudinho assim que tiver assistido a série
  • Vocês gostaram?
  • Comprem Fall in Line no iTunes
  • Emails serão bem vindos em [email protected]

JCast #196 – Puella Magi Madoka Magica Rebellion


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Hoje é o dia internacional da mulher, então o Jcast, formado por dois caras, resolveu falar sobre um Mahou Shoujo feito pra homens. Como é bom respirar aliviado sabendo que estamos fazendo a nossa parte para tornar este um mundo melhor. Sabe quem mais está fazendo sua parte? Madoka. O ano todo, de natal a natal. Falando em Natal, a casa de vocês ainda está decorada com enfeites natalinos? Dificilmente, eu sei, afinal estamos em março. Tenho certeza de que em março muitas outras coisas já tinham acontecido e ninguém tava pensando muito naquela criança que nasceu numa manjedoura. Ninguém exceto os pais, todos os 4: Maria, a mãe biológica, José o pai de criação, Gabriel o mestrando em fertilização e Deus o doador e mastermind da coisa toda. Maria não teve muita escolha, mas hey, tudo deu certo no final. Feliz dia internacional da Mulher mais uma vez. Mas é isso, olho a minha volta e estou cercado por enfeites vermelhos cintilantes, me dando conta de que o gene acumulador está presente na família toda. A gente simplesmente não se livra de nada, nem das bad vibes. Mas hoje não é dia de falar das Bad Vibes, assim mesmo com letra maiúscula.

Feliz dia Internacional da Mulher pra todas as mulheres, por favor ouçam nosso podcast mas em hipótese alguma deixem de antes conferir o seguinte disclaimer:

  • Esse filme é uma viagem
  • Assista dopado
  • Cashgrab done right
  • Se pronuncia MAGUICA
  • Até agora não sei quem é o bolo
  • Estreou Jessica Jones na Netflix, mas escuta a gente antes, vai
  • Azul fica bem com roxo?
  • De onde veio a rachadura que agora adorna a tela do meu celular?
  • Desconstruindo a desconstrução
  • Você fica dias pensando nesse filme
  • É uma sequência muito natural da série principal
  • É tão bom que eu nem consigo zoar muito
  • Aquela música não sai da cabeça
  • Tem que escutar muito Mc Livinho pra substituir
  • Vocês também ouvem música chiclete pra substituir outra que já deu?
  • Até que ela volta
  • Madoka também volta e esperamos que volte mais vezes
  • Saudade e culpa são sentimentos poderosos
  • Homura que o diga
  • Quero um plush da Charlotte
  • Tem uma bruxa chamada Roberta e uma chamada Patricia
  • rs
  • Os incubators sempre sabem
  • Emails serão bem vindos em [email protected]

JCast #195 – Uchuu Sentai Kyuranger


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Oi ouvintes do JCast que nesse momento são leitores! Bem, eu espero que sejam. Alguém tá lendo isso aqui? Nossa. É tudo tão silencioso aqui. Aquele silêncio que provoca zumbidinho, sabe? Tipo, tá tão silencioso que faz barulho porque nosso cérebro não sabe lidar com o silêncio absoluto, com o nada, com a aniquilação dos nossos preciosos sentidos e foi por isso que a gente criou Deus! Hmm… Então, Oi ouvintes! Leitores, né? Como foi o carnaval de vocês? O meu foi ótimo, sabe. Eu andei me sarrando e sendo sarrado por dezenas de pessoas suadas cujos rostos eu não conseguia focalizar graças a miopia artificial provocada pelo álcool no meu sangue. Eu tinha uma skol beats já pela metade quando avistei uma senhora num carrinho e uma placa em que informava aceitar cartão de crédito. Meu dinheiro havia se esgotado no álcool e alguns últimos trocados provavelmente surrupiados do meu bolso enquanto trocava saliva com algúem (Toka Koka, amiright?) ao som de funk pesadão. Então cartão de crédito era importante e por isso eu me aproximei e perguntei se ela aceitava cartão de crédito. Mesmo já sabendo da resposta através do cartaz. Ela diz que sim, eu peço um copão de vodka com energético e ela diz que acabou o energético. Eu compro só a vodka. Uma dose, no cartão, no débito. Eu jogo minha skol beats ali no meio. Eu não sei por que eu jogo minha skol beats ali no meio. Daí eu tomo e fico bem louco e ando pelas pessoas, de volta ao começo da narrativa, eu não tô vendo rostos, etc. E eu penso no vazio de todas aquelas almas que precisam tão desesperadamente de um alívio da vida real de merda que é a nossa vida real, que elas se drogam no limite da razão e se entregam a folia desregrada, para sentir um pouco de liberdade. Isso é triste mas isso é sexy. E por isso todo mundo se beija. Né, ouvintes? Ouvintes lindos! E leitores dedicados. Bem gente, é isso. Vamos pro podcast? Estamos falando de Kyuranger. Mas antes de ouvir sobre esse excelente sentai que fala de questões profundas como correr atrás dos seus sonhos e fazer a própria sorte, mas como fazer isso, Kyuranger, como posso afogar o desespero causado pela inexorabilidade do tempo e pela crueldade dos deuses?

Bem, a série não responde nada disso, mas é ótima e antes de começar a ouvir atente para os seguintes avisos:

  • Kyuranger é o sentai com maior número de integrantes
  • Tem mais integrantes que o recém formado grupo Now United
  • Esse grupo tem integrantes de todos os cantos do mundo
  • Kyuranger tem integrantes de todos os cantos da galáxia
  • Encerramento com elenco dançando é tipo assim, ame ou odeie
  • Não tem como saber de antemão, não tem regra, tu viu gostou ou não gostou
  • Não posso opinar sobre o encerramento de Kyuranger
  • Eu já pulava pro próximo episódio
  • Por algum motivo Saban não vai adaptar para Power Rangers
  • Deve ser por causa dos salários para doze integrantes
  • Será que um ator de Sentai ganha bem?
  • Será que as meninas do grupo ganham menos?
  • Será que um dia veremos uma campanha japonesa encabeçada pelas atrizes de Tokusatsu de todos os tempos exigindo pagamento igualitário?
  • E o fim da sainha.
  • Não curto a sainha.
  • Ela tá sempre amassadinha, é deselegante
  • Não rolou crossover com Fourze
  • Puta desperdício
  • É o que faltava a Kyuranger, interagir com outro elenco gigante
  • E agora os fãs olham tristonhos suas 20 mil Kyutamas e se perguntam o que diabos eles vão fazer com elas
  • Emails serão bem vindos em [email protected]

JCast #194 – Yuri!!! on Ice


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Nascemos pra fazer História. Já viu esse povo que ainda usa “estória” como se tivesse abafando? Eu nunca usei, não sei se já tinha sido abolido quando aprendi a ler ou se eu apenas não me conformava com o sistema. Professores de português me desculpem. Pensem nisso como papo de bêbado, a gente passa muita desinformação mas o que vale é a graça do momento, já que logo em seguida ninguém “vai tá lembrando”. Olha só. Já se pegaram falando empolgadões com alguém, durante esse período de bebedeira, contando uma estória que você acha ser muito boa, e daí você percebe que a pessoa já não tá te ouvindo há uns cinco minutos, e você só vai aos poucos abaixando a voz do mesmo jeito em que as músicas costumavam acabar nos discos de vinil? Daí fica aquele breve silêncio, todo mundo dá graças a Deus que você se mancou e aí alguém engata outro papo? Daí nesse momento alguém pode resolver falar de anime, de Yuri on Ice e você feliz da vida recomenda nosso podcast!

Antes, claro, como já é tradição, fiquem ligados no disclaimer:

  • Patins eram feitos de ossos
  • Há muito tempo, calma. YOI é de 2016.
  • 2016 foi ontem.
  • É o esporte de inverno mais antigo que existe.
  • Tirei esses fatos do google
  • Não chequei com múltiplas fontes
  • Não importa. Você não está aqui estudando pro ENEM.
  • ENEM se escreve todo em caixa alta?
  • Sim, né, afinal é uma sigla.
  • Siglas foram inventadas pela mesma pessoa que criou a Patinação.
  • Tá, isso foi só algo que eu disse.
  • Yuri on Ice é muito bem escrito e empolgante e foi muito bom falar sobre ele.
  • Sei lá, eu falo tudo menos do anime em questão, dá a impressão de que a gente tá fugindo do assunto.
  • Não estamos.
  • Usar o outfit errado pode custar pontos aos atletas
  • Não falamos sobre as roupas dos personagens
  • Qual seu ship favorito?
  • O maior número de giros conseguido num só pé foi 115
  • Não sei quem foi, não li o resto
  • Não foi o Victor
  • Yurio seria interpretado por um ator de 25 anos se rolasse um live action
  • Rostos digitalmente colocados em corpos, not gonna happen
  • Esteja preparado pra celebrar a queerness
  • Nascemos todos pra fazer História. Essa música é demais.
  • Emails serão bem vindos em [email protected]

JCast #193


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Se arrependimento matasse, os criadores da franquia Sobrenatural não teriam matado aqueeeeela personagem (no spoilers, uso personagem no feminino pois algo me diz que é a forma certa) logo no primeiro filme, já que ela fez sucesso e agora eles precisam ficar inventando desculpas para ela voltar. Ela, a personagem. Que pode ser um homem. Uma criança, até. Rá! A quem eu engano? Crianças nunca morrem. Aliás, nessa franquia ninguém morre. 4 filmes saldo de vítimas: 1. A única vítima (únicA vítimA) a morrer é a que fica voltando todo filme, aliás. Incrível né? Isso posto, corram pra ver Sobrenatural 4 ou qualquer que seja o título; é bem bom. Ah, falando em filmes de terror, aonde vocês pretendem passar o carnaval? Não se deixem afogar pelo FOMO e curtam uma vibezinha edredom+netflix+maybe-algo-que-esteja-na-sua-fila-de-coisas-a-fazer. E pulem o edredom, tá muito calor. Você pode ligar ao máximo seu AC, mas a conta vem alta se você não tiver um gato. Vocês tem bichos de estimação? Sabe o que nos faria feliz? Receber fotos dos seus bichos de estimação. E que ouvissem nosso JCast e mostrassem seu amor enviando as fotos dos bichos. Sei lá, é três e vinte da manhã e nessa hora você transborda de amor pelo mundo, né mesmo? Acho que o mundo não pode te ferir a essa hora, então você só curte. E ouve o JCast, aliás.

Antes, porém, sigam por favor os seguintes avisos:

  • Dizem que o ano novo no Brasil só começa depois do carnaval
  • Mentira, começa com as estréias da temporada de inverno de animes
  • Essa é a temporada mais fraca do ano, o que é apropriado, já que o ano começa lentinho mesmo
  • Vai Malandra, an an
  • Não julgue um livro pela capa, a não ser que o livro seja um anime e sua capa seja a foto promocional
  • Ouçam Qveen Herby
  • Gatos odeiam Donald Trump
  • Tem um curta com gatos que é muito legal e que não foi falado nesse podcast
  • O que o mundo mais precisa é menos loli e mais gato
  • Existe um aparelho japonês que traduz o que seu gato está dizendo
  • Isto é perfeito, aquilo é perfeito, o que vem da perfeição é perfeito
  • Weeds voltou pro Netflix
  • Falamos sobre os 6 títulos que mais chamaram nossa atenção nessa temporada
  • Não necessariamente um top 6
  • É mais divertido falar do que não gostamos
  • Nós gostamos de muitos deles, tá?
  • Not a hate fest
  • Assine crunchyroll
  • Not a merch
  • A gente vê o primeiro episódio, pisca e já sairam 12
  • Emails serão bem vindos em [email protected]

Nesse episódio tem:

  • Hakata Tonkotsu Ramens
  • Koi wa Ameagari no You ni
  • Darling in the FranXX
  • Poputepipikku
  • Gakuen Babysitters
  • Citrus