JCast 100 – Parte 2

São cem edições, ou melhor, cento e dezessete edições reunindo vários tópicos referentes a cultura pop japonesa. Tanto material disponível, e ninguém pagou um centavo por ele, logo, nós também não ganhamos nada. E ainda assim a gente comemora. “Esse bando de maluco merece se ferrar”, pensa o grumpy old guy da esquina, mas nós reiteramos nossos votos. Em época de festas, não há melhor momento para pensar e refletir: o que ganhamos com essas 100 edições e esses anos todos fazendo esse troço? E o que perdemos? Tirando nossa moral e auto-respeito, até que não perdemos muito. E ganhamos muito mais, certamente. Por isso, embarquem conosco nessa nostálgica recapitulação de (quase) todo mundo que já teve colhão de meter a voz nesse podcast.

Blocos:

(00:01:48-00:17:50) Tai
(00:17:56-00:19:26) Mensagem de Voz: @ruanmyv e @diego_Sensei
(00:19:43-01:05:23) Yu Ming
(01:05:35-01:07:00) Mensagem de Voz: Lica-chan
(01:07:36-01:45:50) Yohan
(01:46:04-01:46:37) Mensagem de Voz: J-Wave
(01:46:58-02:13:39) Glassy

Acessem: Fórum Oniverso

E é isso, o JCast volta em mais ou menos 3 semanas, dia 8 de janeiro (dia 13 na Kombo), com algumas novidades. Nossa cabeça tá cheia de idéias, e isso sempre é perigoso, pois pode acabar saindo algo capaz de enlouquecer o mais são dos seres. Mandem emails para [email protected], boas festas, bom Suzumiya Haruhi no Shoushitsu e bom especial de Natal de Doctor Who pra todo mundo, até daqui a pouco-mais-de 20 dias!

JCast 100 – Parte 1

São cem edições, ou melhor, cento e dezessete edições reunindo vários tópicos referentes a cultura pop japonesa. Tanto material disponível, e ninguém pagou um centavo por ele, logo, nós também não ganhamos nada. E ainda assim a gente comemora. “Esse bando de maluco merece se ferrar”, pensa o grumpy old guy da esquina, mas nós reiteramos nossos votos. Em época de festas, não há melhor momento para pensar e refletir: o que ganhamos com essas 100 edições e esses anos todos fazendo esse troço? E o que perdemos? Tirando nossa moral e auto-respeito, até que não perdemos muito. E ganhamos muito mais, certamente. Por isso, embarquem conosco nessa nostálgica recapitulação de (quase) todo mundo que já teve colhão de meter a voz nesse podcast.

(00:01:05-00:13:41) Introdução

Aqui especificamos um pouco do que se tratará a edição, e fornecemos uma idéia geral do clima meio sem rumo que permeará o resto do programa. Ninguém bebeu dessa vez, mas quando não existe um tema central para nos preocupar ficamos meio “felizinhos” demais. Isso não é um grande problema, lógico, é praticamente uma forma que achamos de introduzir a maior das integrantes do Jcast, a “Falta de Sentido”. A pobre coitada é incorpórea, então tentamos fazer nosso melhor.

Blocos:

(00:14:31-00:20:09) Mensagem de Voz: Sofia
(00:20:19-00:49:41) Dychan
(00:50:08-01:02:13) Boo
(01:02:29-01:05:36) Mensagem de Voz: Shoujocast
(01:06:20-01:44:27) Otsu
(01:44:49-01:46:49) Mensagem de Voz: José Veríssimo

JCast 17+(8+18+35+4+26+8) – Crise nos Infinitos JCasts

JCast Reviews #35

É hora de mais reviews, nessa semana ligeiramente conturbada. Se o material teste não aproveitado produzido nessa edição pudesse ser convertido em comida, tiraríamos a razão de ser do Bolsa Família. Para os “audio-freaks” out there: vocês são loucos! E ser chamado de louco por um de nós não é pouca coisa. Tem que ser lunático para ganhar essa honra. Batalhas-com-novos-equipamentos à parte, nos permita adentrar seus tímpanos mais uma vez, e irreversivelmente contaminar seus neurônios com informações que você vai desejar nunca ter possuído, mas que farão sua vida mais completa.

(00:01:26-00:07:42) Introdução

Silas Malafaya deve ter nos avisado, mas procurando em seus vídeos espalhados no youtube, ainda não consegui achar. Tenho certeza, porém, que se uma importadora deixou entrar em solo nacional a placa de som do demônio, nosso pastor homofóbico favorito não iria deixar barato. De todo modo, agora a placa está neutralizada, e podemos nos preocupar com coisas mais edificantes, como formas de piratear Osamu Tezuka. O cara morreu antes do advento internético, então talvez seja por isso que é impossível achar material seu para download ilegal. Alguns curtas aqui, mangá completo de Astro Boy ali, e esse padrão está se rompendo. Avante, piratas! Não traiam o movimento.

(00:08:02-00:39:02) Riding Bean

Riding Bean é uma lenda inglesa datada do século XVI, que conta a história de um grão de feijão e sua motocicleta. Ahn… movida à vapor, obviamente. Riding Bean é a primeira história infantil steampunk. E ele morre no final. É assim que histórias infantis dessa época terminavam. Disney nos acostumou mal. Quando você descobre que a Pequena Sereia morre virgem e frustrada, sua vida muda completamente. Ok, na verdade não. Ouçam e descubram quem Riding Bean realmente é.

(00:39:33-00:56:52) Gunsmith Cats

Não dá pra falar de um sem falar do outro. Essa obra já é mais conhecida, e é derivada da primeira. Então aproveitamos o clima e damos uma pincelada no OVA de 3 partes, e no mangá. Gunsmith Cats daria um ótimo Live Action, por sinal. Com tantas adaptações óbvias, pedindo para serem feitas, eles insistem em Fruits Basket, por exemplo. A única coisa que precisaria ser adaptada e que me deixaria um pouco incomodado, é a idade da Minnie May. E ela nem é tão Jail Bait assim. Talvez só um pouco, Konata-ish. Só sei que respeito quem faz o teste do sofá para manter um disfarce e gosta disso. Mesmo tendo 17 anos e aparentando 14. Ninguém pode dizer que fanservice lolicon é coisa dos anos 2000.

E o JCast volta semana que vem, se o mundo não acabar até lá! Nesse momento estou digitando sem enxergar o monitor, de tão intensa que está a neblina. Os emails vão para [email protected], que eu dou um jeito de ler. Até semana que vem!

O JCast Reviews #35 foi embalado ao som de:

Gunsmith Cats e Riding Bean OSTs

OST significa Orbital Satellite Terranigma,  o satélite responsável pela formação de charadas em nossa massa terrestre. A música que rege as palavras proferidas nesse podcast provêm das ondas que ressoam durante o processo de Terraformação Enigmática, crucial para a sustentação de nosso universo. Não sabemos ao certo o porquê dessas ondas serem liberadas como resíduo do procedimento, mas algumas vertentes mais místicas (e de pouca credibilidade) acreditam que possa ser simplesmente isso: música, mas de outro universo, que escapa para o nosso devido à grande quantidade de Realitofibra envolvida no processo de extração e modificação das lâminas porosas sobre as quais vivemos.

JCast Goes Off #8

O JCast número 100 já tá quase aí e, no caminho para ele, resolvemos desencavar um Goes Off que já devíamos ter feito faz tempo. Não, não é o de Lost. Não, também não me olhe com essa cara. Torchwood, nosso spinoff favorito de nossa série favorita, é um assunto que já tá na lista faz tempo, e resolvemos tirar esse peso das nossas costas. É o JCast se livrando de seus fantasmas: primeiro Gundam, agora Torchwood. Qual será o próximo?

(00:01:02-00:11:04) Introdução

O Laivindil viu Harry Potter à meia noite, e gostou. O Darko desistiu de ver os primeiros episódios dos animes que faltavam, após não resistir e estar acompanhando 3 animes da temporada. A Boo não falou quase nada, e ficou lendo o Bátima. O Luan nem nesse programa tá. O nosso microfone ainda tá meio ruinzinho, mas pelo visto no próximo programa estará tudo ok novamente, os problemas já foram localizados e resolvidos. E a Natty Renata mandou o presente mais fofo do mundo, graças à carta com papel do Ursinho Puff (somos a resistência, nada de Ursinho Pooh!) que acompanhou seus dvds de dorama.

(00:11:16-01:08:10) Torchwood

Que Doctor Who é nossa série favorita de ficção científica, não há mais dúvida alguma – afinal, em um podcast de cultura japonesa, sempre damos um jeito de enfiar o assunto em algum lugar. Torchwood é o Doctor Who que não pensa nas criancinhas que se escondem atrás da cama. Aqui temos sexo, violência, personagens importantes mortos impiedosamente e o Capitão Jack Harkness dando em cima até mesmo de uma cadeira massageadora do século 37 que vibra em 456 frequências e meia. Tudo isso em um retrato cru da humanidade, usando o sci-fi como pano de fundo. Se você ainda não viu nada de Doctor Who, tá passando da hora: iremos te perturbar até que você se renda e veja!

E é isso, pessoal. Lembrando que estamos a apenas três semanas de distância para o JCast número 100, então mandem áudios e emails para [email protected]. Até semana que vem!

O JCast Goes Off #8 foi embalado ao som de:

Torchwood Children of Earth Original Soundtrack

Essa trilha retrata bem o clima tenso e corrido dessa minissérie, que é uma das coisas mais intensas que já vi. Consequentemente, o JCast deve ficar tenso. Caso a tensão seja insuportável, peça uma massagem pra sua namorada (ou namorado, mesmo se for um cachorro). Ou pra sua mãe. Ou se faça uma massagem. Ou compre a cadeira massageadora do século 37 que vibra em 456 frequências e meia. Mas não nos processe.

JCast News #18

Outubro acabou já faz umas duas semanas, mas resolvemos comentar agora, afinal, antes tarde do que nunca. Em um News com pouca notícia mas muita opinião, a gente resolve testar nosso novo e estéreo microfone, que grava até demais. Durante a semana vou aprender a usá-lo da forma correta, mas pelo menos ele não nos força a gravar amontoados, um em cima do outro. Eu sinto falta, não costumo chegar tão perto assim de seres humanos com tanta frequência. Acho que vou ali abraçar minha mãe e já volto.

(00:01:17-00:13:05) Introdução

O Rant já tá virando uma entidade do JCast, com o que a gente tem consumido da cultura pop em geral. Dessa vez eu não vi nenhum anime (tirando Pokémon e Digimon Xros Wars), mas vi bastante seriados, e comento The Event, enquanto o Laivindil fala do livro de Jurassic Park e de outras coisinhas aleatórias.

(00:13:23-00:27:43) Notícias

Yoshiki e Stan Lee juntos
Trailer novo de Supernatural
Cavaleiros ano que vem, mas não na TV
Cuecas espaciais para os chilenos soterrados

(00:33:41-00:47:05) Notícias

Pluto em Hollywood?
High School Tetsuooooooo?
Professor Layton encontra Phoenix Wright

(00:52:55-01:01:14) Notícias

Utada não quer que comprem seu CD
Votoms reina no final de ano
Sket Dance ganhará anime!
Primeiro (e curto) promo de Sket Dance

(01:07:48-01:20:11) Notícias

Morre grande produtor japonês
Mais da crise diplomática entre Japão e China
Presidente Russo pisando no calo japonês Presidente Russo pisando no calo japonês

J-Wave #20: Akira – Parte 1
J-Wave #20: Akira – Parte 2

Caramba, to com o ps2 do Luan e lembrei que tem MUITO jogo legal que não joguei! Final Fantasy XII, Persona 3 e 4, Psychonauts, Zone of the Enders, até mesmo Okami, ou seja: mais um monte de ficção pra eu consumir no meu já escasso tempo. Quem souber como parar esse gigante que nos empurra pra frente na história do universo, ou só tem alguma opinião pra dar mesmo, manda email para [email protected]. Agora me deem licença, que tenho que dar um pulinho ali no Tártaro. Até semana que vem!

O JCast News #18 foi embalado ao som de:

Katamari Fortissimo Damacy

Passei a semana seco por esse jogo, e agora com o ps2 posso jogá-lo. Já tenho planos de comprar Katamari Forever pra ps3, assim que der. Aliás, to quase comprando aquela maluquice que é o Noby Noby Boy também, mesmo sem entender direito como aquele troço funciona, alguém faz alguma idéia?

JCast Reviews #34

Os deuses do anime olham para nós com cara de desconfiança, enquanto temos a pachorra de analisar criticamente Mobile Suit Gundam. Como nos atrevemos? Quem a gente pensa que é? Não éramos nem embriões quando Gundam foi exibido pela primeira vez e cá estamos nós, tentando vender o peixe dessa série para quem não viu, e batendo um papo maneiro com aqueles que já conhecem Amuro e cia. Venha com a gente até onde nenhum podcaster brasileiro jamais foi. Aproveitamos para lançar uma promoção: os 50 primeiros ouvintes que enviarem códigos de barra de Super Lemon para a caixa postal 555-jcast ganharão o direito de terem seus nomes pichados por nós nos pés do Gundam verdadeiro, assim que formos até ele. Essa promoção pode demorar consideravalmente.

(00:01:15-00:05:09) Introdução

Mais alguns animes que o Darko viu, para desespero do Yohan, que ainda não finalizou suas primeiras impressões. Ele nem quer mais chamá-las de “primeiras”, mas acho idiota. São as primeiras dele, e são bem mais valiosas que as do Darko. Ele é bem mais bonito também. E cheiroso. (recebemos presentes, temos que puxar o saco ainda por algum tempo, pedimos a compreensão de todos).

(00:05:21-00:54:07) Mobile Suit Gundam 0079

Algumas obras de ficção definem um gênero. É o caso de Gundam, que praticamente inaugurou a onda de Real Robots que varreu os anos 80. Sem Gundam não teríamos os derivados de Gundam, outras séries tão boas quanto e com premissas similares, nem teríamos hoje em dia revivals de Super Robots, já que eles nunca teriam sido coisa do passado. Pior ainda, jamais teríamos um review de Gundam no Jcast e teríamos que falar essa semana sobre Takoyaki. Ou seja, esse anime, como diria o Doutor, é um ponto fixo no espaço/tempo. Se alguém voltasse para alterar a história e matar a mãe do Tomino antes que ela engravidasse do moleque, falharia miseravelmente.

Bandeira da Federação da Terra

Finalmente saiu o JCast de Gundam, dá pra acreditar? A culpa é do Laivindil, que demorou alguns meses pra assistir os filmes, e parcialmente minha, por puro medinho mesmo. Assistam (isso é uma ordem!) e nos digam o que acharam no email [email protected]. Até semana que vem!

O JCast Reviews #34 foi embalado ao som de:

Mobile Suit Gundam 0079 Collection

Moegare, moeagare, moeagare GANDAMU! Com o tempo você acaba aprendendo a apreciar essas pérolas que banham nossos ouvidos nas aberturas e encerramentos de todo anime dos anos 70. Aliás, começo a perceber um padrão: todo anime daquela época tinha uma trilha instrumental incrível assim mesmo? Poxa, tão todas as músicas impressas no fundo da minha mente! Ah, a coleção tem 18 cds, mas na edição só est”ao os dois primeiros. Eu aconselho baixar TODOS!

JCast Mark I #26

Jcast chegando rapidamente em seu centenário e é tanto estresse que precisamos relaxar. E só existe uma coisa em todo o universo que pode relaxar um ser humano completamente. Bem, duas coisas. A segunda é sexo. Infelizmente esse podcast será sobre a segunda coisa, já que hábitos chocólatras japoneses não seria uma pauta muito interessante. Só não especifico aqui o nível de vergonha alheia, pois não quero criar falsas expectativas. Sabemos o quanto vocês amam nos ver chafurdar na poça lamacenta do que um dia foi nossa dignidade. Só que sinto anunciar que, dessa vez, nos comportamos muito bem. Deve ser porque falamos de sexo sob a supervisão de um adulto responsável e ficamos com vergonha.

(00:02:03-00:15:20) Introdução

Em breve saberemos o que o Yohan achou das estréas da temporada nova de animes, mas já adianto um spoiler: ele odeia Tegami Bachi e obviamente não possui um caráter confiável. Enquanto esperamos pra ver o que mais ele odiou, o Darko fala sobre o que ele adorou, e é lógico que envolve garotas novas e eroge. Eu não gostei nem adorei nada, pois ainda não assisti. Estou ocupado vendo toda a ficção produzida no mundo em ordem cronológica. Ainda estou no cinema mudo.

(00:15:50-01:17:44) Sexualidade no Japão

Eu sou um herbívoro, mas gosto de sexo. Os japoneses desenvolveram a Negação Suprema: alguns dizem que não gostam por não terem; outros dizem que não gostam por pura pirraça; alguns dizem que não gostam por falta de tempo; no fundo mesmo, ninguém odeia sexo de verdade por lá. Eles apenas sentem muito medo. Quem sabe com um pouco de Brazilian Wax as japonesas não ficam mais sexualmente atraentes, e recuperam a atenção dos caras, roubada por roupas de grife e cosméticos? Pensando bem, não vai funcionar. Se os homens japoneses se assemelharem a…digamos…”homens”, elas é que não vão querer nada. Pensando melhor ainda, elas é que já não querem nada. Resumindo: ninguém come ninguém no Japão e nós queremos saber a razão disso.

Tem peitos na capa dessa edição, o JCast não segue a política da Marvel de que violência pode, mas nudez não? Enquanto vocês ponderam sobre o nosso ato de protesto contra a castração que a sociedade nos impõe, mandem um email para o [email protected]. E se você for uma das garotas que o Yohan diz que existem por aí, que se interessam pelo meu modus operandi de relacionamento, mande email também!

O JCast Mark I #26 foi embalado ao som de:

Serial Experiments Lain – Cyberia Mix

Cara eu gosto do Cyberia Mix tanto quanto eu gosto de Lain: ou seja, pra caramba. O Cyberia Mix é um disco de música eletrônica baseado na boate de Lain, onde pelo menos 1/3 da trama se passa: os outros 2/3 se passam ou no quarto da Lain, ou na Wired. Aliás, falando e m Wired, tive um insight esses dias. Tava pensando sobre como fios são ultrapassados, e sobre como eu queria que eles não existissem mais, pra nada. Imediatamente me veio o slogan de Lain, “Close the Wired, Open the Next”, e de repente tanto o nome da internet de Lain como o slogan fizeram todo o sentido do mundo.

JCast Reviews #33

Super combo hoje. Review duplo de obras com mais diferenças que coisas em comum. Em nossa linha de raciocínio única, é o suficiente para juntá-las. São obras curtas de fácil digestão, direcionadas para públicos segmentados e específicos. Produziram filhotes em live-action que também são pincelados por nós, como um bonus track. E nenhuma das duas seguraria sozinha um programa inteiro, então fizemos esse casamento improvável. O rock’n’roll violento de Detroit Metal City e a adocicada e metrossexual atmosfera de Antique Bakery. Isso pode ser encarado em vários níveis de profundidade. Na superfície é apenas uma análise crítica sobre duas obras da ficção japonesa. Mas lá no fundo, é um Manifesto do Jcast contra o preconceito. Se duas histórias tão diferentes podem coexistir de maneira orgânica dentro de um mesmo review, você também pode conviver pacificamente com o resto da humanidade. E quando fizer isso me conta, morro de curiosidade de saber como é.

(00:01:54-00:16:55) Introdução

O Justin Marks que vá descobrir quem pintou as Zebras, porque “He-Man e OS Mestres do Universo” ainda é o melhor derivado do desenho original que existe. E até hoje é o único filme bom do Dolph Lundgren. Se o Guilherme Briggs trabalhasse com tradução na época do He-Man, ele daria um jeito nesse nome. Impossível crianças se identificarem com um herói que, além de claramente homossexual, possui um nome impronunciável por elas. Como localização cultural, ele colocaria inúmeras “in-jokes” referentes à natureza vascaína do personagem.

(00:17:35-00:47:18) Detroit Metal City

Eu adoro o potencial cômico do Heavy Metal e o potencial ainda mais cômico dos fãs de Heavy Metal, que levam aquilo tudo (e a si mesmos) tão a sério. E pelo jeito não sou o único. Detroit Metal City tem tudo o que você espera encontrar ao sentar pra ver um anime. E de quebra ganha material pra zoar de boa a turminha gótica da escola.

(00:48:05-01:14:06) Antique Bakery

Todo mundo fica com água na boca lendo esse mangá. Garotas e garotos ecléticos, lógico, ficam com mais água na boca, já que não é só a comida que lhes provoca desejo. É praticamente um pornô estomacal. Ok, falar isso é perigoso. Um pornô estomacal literal é tão possível em terras nipônicas, que seu significado não é tão obviamente metafórico quanto deveria. Ignorem então, já que não existe sexo nesse título, nem sujo nem limpinho. Ótimo, agora mesmo que ninguém vai ouvir. É, melhor deixar o marketing com a Boo.

Percebam que a capa do podcast dessa semana possui duas interpretações: ou o Tachibana e o Ono aprisionaram Krauser com o doce poder de seus bolos e estão posando pra foto, ou eles não perceberam que o Krauser está a ponto de sair das TVs para estuprá-los. Enquanto vocês decidem qual a melhor vertente, mandeu seus emails para o [email protected], e até semana que vem!

O JCast Reviews #33 foi embalado ao som de:

Detroit Metal City e Antique OST

Obviamente, as trilhas sonoras das obras aqui retratadas. DMC provavelmente rendeu a trilha mais barulhenta da história do JCast. Engraçado que o SATSUGAI desse álbum é diferente do anime, vai entender. Já Antique eu escolhi a trilha do filme, bem felizinha e tranquila, ótima pra relaxar.

JCast Mark II #3

Se tem uma coisa que nos diverte mais do que qualquer outra no JCast é a fic italiana. Para quem estava curioso, nessa edição resolvemos contar como foi a vida dos Capuccio ao chegar nos Estados Unidos da América, terra de oportunidades, idéias transgressoras e hippies sujos. Além disso, concluímos a trágica história de amor entre Dramol Nardini e Dri Sweetpepper, enquanto dissertamos sobre vários detalhes da história mundial, muito pouco conhecidos pela população ordinária.

(00:00:21-00:10:20) Introdução

Jogos de futebol megalomaníacos, “Na Borda!”, Panty and Stocking with Garterbelt e outras coisinhas mais. Eu ia aproveitar o espaço pra fazer um pequeno resumo de nossa história, mas não tem como. Cheguei à conclusão que a única forma seria criando uma wiki, pois cada segundo de nossa narrativa contêm informações vitais para eventos futuros. Então, se quiserem saber o que aconteceu até agora, escutem o JCast Mark II #2, e sejam felizes, pois está tudo lá.

(00:11:25-00:35:31) 1947-1948: Admirável Mundo Novo

Ah, a América. Fugindo dos neonazistas que perseguiam Giordano, que traiu o movimento cuidando do pequeno judeu Canavello, a família Capuccio chega ao Novo Mundo, com esperanças de uma vida tranquila e melhor. Como todo mundo sabe, a vida é uma vadia, e obviamente acaba com a felicidade dessa família tão feliz. Saibam como surgiu o Capuccismo (e consequentemente o Capuccino), se maravilhem com a genialidade do menino Capuccio e perceba que Nova York é uma cidade tão à frente do seu tempo que já possuía um movimento New Age já nos anos 40.

(00:36:07-00:52:43) 1997: Bang, Bang, that awful sound

Uma história de amor, suor, lágrimas e muito rímel escorrido: esse é o resumo da trajetória de Dri Sweetpepper, a mais bela mulher-que-já-foi-homem de Madri. Na última vez que nos encontramos, ela havia contratado a assassina profissional Lídice para impedir que seu amado Dramol Nardini fizesse uma besteira, e matasse o seu companheiro de cárcere que havia plagiado seu livro. O que ela não esperava era que Lídice não só incapacitaria nosso levemente obeso herói, como também o colocaria em um coma profundo. Acompanhe a tragetória de Dri tentando salvar seu amado, e curtam logo abaixo o sucesso setentista de Dramol Nardini, na época conhecido como Down AKA Kilo, em sua única tentativa de adentrar no mercado americano. Vamos lá, leaning like a cholo:

No próximo MkII de fic ainda não, pois ele está gravado, mas depois disso começaremos a aceitar elementos que vocês queiram que a gente encaixe na história. Pode mandar qualquer coisa, da Arca da Aliança à baiacus ninjas, que a gente dá um jeito. Mande para [email protected], não só sugestões como também opiniões sobre o desenrolar de nossa narrativa, e até semana que vem!

JCast News #17

Setembro de foi num piscar de olhos e aos poucos o ano acaba. Quero meu 2010 de volta, e o quero agora! Você nem terminou as resoluções do final de 2009, e já tem que planejar todo um novo 2011! Mas, como bem ou mal o ano ainda não terminou, vamos conferir o que anda acontecendo de mais relevante na nipolândia. E estamos amadurecendo a cada novo News, diga-se de passagem. Falamos de Gonzo sem fazer piadinha com os Muppets, só pra você ter uma idéia. E era uma boa piada, é difícil se desapegar.

(00:01:35-00:07:25) Introdução

Estávamos em clima de eleição durante a gravação, mas não fomos tão longe a ponto de recomendar votos. Não entramos nesse mérito, já que em nosso país existem várias sub-celebridades da internet que já estão dando duro pra formar opinião. Mesmo que façam isso reciclando idéias antigas e cheias de mofo lá de cima do armário da Vovó. O povo gosta disso, então dê isso ao povo. E pra quem está meio saturado de política, e queria mesmo que tudo terminasse no primeiro turno, falamos sobre anime, já que dessa controvérsia, sabemos como nos aproveitar.

(00:08:09-00:21:39) Notícias

Gonzo quer renascer das cinzas?
Range Murata continua firme e forte com o Gonzo
Nintendo 3DS com data pra sair
Cyborg 009 em 3D
Takashi Murakami? No Chateau de Versailles não!
Takashi Murakami faz anime pra exibição em Versailles
Shoshitsu tem data anunciada
Beelzebub ganha anime

(00:21:53-00:30:28) Emails

Emails de Nathy (ou Renata) e Atmo.

(00:30:47-00:41:21) Notícias

AKB48-10+2D=AGC38?
Velhinhos48
Meia Idade também vende CD
Canal oficial do AKB48 no Youtube
Panini lançará NHK ni Youkoso
A volta de Genshiken

(00:41:40-01:00:43) Emails

Emails de Baruel, The WOLF e Fábio Martinez.

(01:01:05-01:11:34) Notícias

Japoneses finalmente migrando para o meio digital
Live action de Pokémon?!
Pokémon: Apokélypse!
Novo anime de Berserk
Trailer do novo anime de Berserk
K-On nos cinemas!

(01:11:54-01:26:47) Emails

Comentários de nerdherd, DGC e Beck_Nana.

JCast só saiu domingo por culpa do Luan, que resolveu maratonar God of War III aqui do meu lado ontem e hoje, o que resultou em distrações constantes na edição. Se algo que devia ser cortado não foi, vocês já sabem quem culpar. Emails vão para o [email protected], e mandem logo pro 100, que ele já tem data:  11 de dezembro. Até semana que vem!

O JCast News #17 foi embalado ao som de:

Head Phones President – Vary e Folie a Deux

Head Phones President é demais, e depois de ver um show ao vivo da banda, minha paixão aumentou ainda mais. Recomendo a todos que procurem no Youtube algumas apresentações, e se apaixonem pela Anza. Eu vi ela ao vivo (e a abracei várias vezes, feito um retardadO) e vocês não, lero lero!

JCast Goes Off #7

O Brasil passa por uma fase inspiradíssima no mercado de quadrinhos, com vários nomes muito bons pipocando o tempo todo aqui ou ali. Graças à nossa Relações Públicas, a senhorita Boo, conseguimos uma entrevista com dois desses nomes que surgiram nos últimos anos, mas já chamaram bastante atenção pela qualidade do trabalho que fazem. Se inspirem com eles, ou larguem seus sonhos e vão estudar Direito, e viver uma vida adulta e amargurada, como o senso comum diz que ela deve ser.

(00:01:02-00:06:52) Introdução

Aqui a gente fala besteira, como sempre, e a Cátia dá sua opinião sobre a EpicCon, onde ela esteve pouco mais de uma semana atrás. Aliás, esse programa tem uma side quest: acompanhar o crescente nível etílico da Boo! O bafômetro estará no canto inferior direito da sua tela, mesmo se você estiver ouvindo isso no seu mp3 chinês com 5 anos de idade, que não tem uma tela.

(00:07:17-01:04:32) Entrevista: Cátia Ana e Vitor Cafaggi

Uma entrevista no JCast não é uma entrevista se não assustarmos nossos entrevistados um pouco com a nossa bizarrice, então peço desculpas à Cátia Ana (que é um docinho de pessoa) e ao Vitor Cafaggi (por quem a Boo se derreteu, mas não conta pra ninguém). De qualquer forma, eles falaram sobre como começaram, como é fazer quadrinhos no Brasil, patos ninjas, dinheiro, o fim da mídia impressa e, finalmente, sobre como o Lai…aham, um escritor pode ganhar espaço, e consequentemente dinheiro, mesmo a área deles sendo quadrinhos, não literatura.

O Diário de Virginia
Prancheta da Cátia
@virginiaemike
Puny Parker
@vitorcafaggi
Lady’s Comics
Los Pantozelos

É isso, quem quiser mandar emails, o lugar é o [email protected]. Aliás, semana que vem teremos um News, então se querem ser lidos, mandem logo. E lembrem-se que o programa número 100 está se aproximando, e queremos depoimentos, seja em áudio ou por escrito.

O JCast Goes Off #7 foi embalado ao som de:

Fanfarra Paradiso

A trilha quem escolheu foi a Dona Boo. O problema é que a banda só tem um cd, com 5 músicas lançadas em 2008, ou seja, você vai ouvir a mesma música duas ou três vezes ao longo do programa. Mas isso não é problema algum, tanto que eu queria mais coisa deles! Eles ainda fazem shows por aí, mas não me dei ao trabalho de saber de onde são. Ah, o boteco que vende espeto e caipirinha de mini-javalis que ilustra a arte do disco é de extremo bom gosto, queria dar um pulo por lá.

JCast Mark I #25

“Quadrinhos” não é coisa pra criança. Mesmo que seus colegas de trabalho olhem torto enquanto você folheia avidamente sua edição de Buda ou Vagabond durante a hora de almoço. Oi? Você tem 25 anos e lê Luluzinha Teen? Ok, você merece ser um proscrito. Saiba que existe toda uma gama de mangás feitos exatamente para você. Falaremos hoje de seinen, suas origens e seu lugar na história. Enquanto faz o download, pode ir queimando todo esse material de criancinha que junta poeira na sua estante. Ou envia pra gente, porque a gente adora.

(00:01:05-00:14:24) Introdução

Enquanto Hollywood e seus novos rumos tem tirado o sono de um, o incrível mundo luxurioso do PS3 tem tirado o sono de outro. E a fome na Etiópia não tem tirado o sono de nenhum dos dois, pois as desgraças do mundo já se tornaram lugar-comum, e isso dá o que pensar. Só não vou elaborar nada a respeito aqui nesse parágrafo. Não quero tornar isso muito existencial. Temos que nos ater à futilidade, senão seremos tragados para um oceano sem volta de… argh… questões pertinentes.

(00:15:15-00:40:57) Seinen

Nesse segmento a gente fala grosso, cospe no chão e coça o saco. Uns arrotos aqui e ali para pontuar. Pois somos homens, adultos, e falaremos de mangás feitos para nós. Nada dessa coisa de mulherzinha. Entenda um pouco da gênese desse gênero, seu real papel nas vidas dos japoneses e um breve devaneio sobre a posição única do mangá no Japão, quando comparado com quadrinhos ocidentais. Mas nada muito demorado, que esse negócio de análise comparativa é coisa de viado.

O JCast Mark I #25 foi embalado ao som de:

GO!GO!7188 – Tategami

Go!Go!7188 é o tipo de banda que me dá vontade de ligar um pouco mais pra música. Nessas horas que eu culpo a existência dos podcasts, por não me deixarem mais ouvir música na rua. Enfim, curtam a banda, e uma das garotas é a coisa mais linda e fofa do mundo.

JCast Reviews #32

Hayao Miyazaki está fora de controle. Ele chegou naquele ponto da carreira de um cineasta, em que qualquer coisa que fizer dará repercussão. Pessoas falarão mal, pessoas falarão bem, mas pessoas falarão e é isso que importa. Ele nem precisa do seu dinheiro. Seus trabalhos são sempre sucessos comerciais e agora ele tem a segurança de escrever e dirigir o que ele bem entender. Ou visualizar durante uma bad trip. Aposto que foi isso que gerou Ponyo. Darko é mais otimista e pensa que talvez um de seus filhos teria sugerido a idéia. Isso pode funcionar com Shyamalan e seu A Dama na Água, mas Miyazaki é japonês, velho e anti-tecnológico. A descrição exata de um usuário de daime.

(00:00:53 – 00:13:50) Introdução

“Se centenas de milhares de sóis nascessem ao mesmo tempo no céu, talvez seu resplendor pudesse assemelhar-se à refulgência dessa forma universal da Pessoa Suprema” (Bhagavad-Gita Cap 6 verso 12.)

“There’s a time when the operation of the machine becomes so odious—makes you so sick at heart—that you can’t take part. You can’t even passively take part. And you’ve got to put your bodies upon the gears and upon the wheels, upon the levers, upon all the apparatus, and you’ve got to make it stop. And you’ve got to indicate to the people who run it, to the people who own it that unless you’re free, the machine will be prevented from working at all.” (Bodies Upon the Gears – Mario Savio)

“Ahhhhh Chico Buarque é tão fofo!” (Minhas amigas em uníssono)

“Quem não sabe sorrir, não deveria abrir uma loja” (Provérbio chinês não relacionado com parte alguma deste podcast)

(00:14:19 – 00:55:46) Gake no Ue no Ponyo

Demorou mas assistimos e finalmente pudemos ter uma opinião pessoal sobre o trabalho mais recente do aclamado diretor e crítico do auto-sexo Hayao Miyazaki. Seria Ponyo uma bagunça sem estrutura narrativa, um momento fraco em sua carreira repleta de sucessos, ou um retorno às raízes e aos bons tempos em que Totoro andava pelo interior japonês dentro de um assustador ônibus-gato? De uma forma ou de outra, terminamos o review ensinando como fazer Ponyo frito, uma iguaria que será debatida anos à fio em tribunais por todo o mundo, que tentarão decidir se é ou não canibalismo. Enquanto as discussões éticas percorrem, aposto meu traseiro magro que os chineses não teriam problema nenhum com isso.

Um ótimo exemplo, muito bem lembrado pelo KillerHell nos comentários, de uma história contada por uma criança:

http://www.youtube.com/watch?v=WFs0gAXsDo8

Ah, o regozijo de um JCast com menos de uma hora de duração. Vocês não sabem como é ótimo postar o programa completinho, já com zip e tudo, antes da meia-noite, e sem ter perdido o dia inteiro com a edição, só algumas horas da minha tarde. Como recompensa, merecemos mensagens de voz para a centésima edição do JCast, e emails, é claro! Ambos vão para [email protected], como de praxe. Até a próxima!

O JCast Reviews #32 foi embalado ao som de:

Gake no Ue no Ponyo Original Soundtrack

Ponyo, Ponyo, Ponyo, sakana no ko! Essa musiquinha gruda que é uma beleza, vai demorar uns dias pra sair, e do jeito que minha sobrinha gostou dela, vai continuar em minha mente por umas semanas. Eu prefiro nem falar sobre a trilha sonora. Ela consegue ditar o clima de uma forma tão espetacular que esse JCast ficou umas 10 vezes mais fofo do que ele realmente é. Então escutem na edição, e baixem depois pra ouvir antes de dormir, ou quando estiverem lendo – todo mundo sabe que são as melhores horas pra se ouvir uma boa trilha sonora.

JCast Mark I #24

Jcast sem foco essa semana. Quando digo sem foco não significa nosso normal, cada assunto se perdendo e se ramificando em vários outros, até acabarmos traçando linhas comparativas entre as calcinhas de hoje em dia e as da época de nossas avós. Também não quero dizer que estamos desleixados e preguiçosos, falando sobre o que vier na cabeça. Apenas reunimos aqui pequenos assuntos que imploravam para ser tratados mas que eram muito pequenos para um programa só. Nós reunimos todos em uma só edição especial, mas por favor não contem isso a eles. Temas tendem a ser muito sensíveis e eles exigirão voltar. Ninguém quer reprise no Jcast. Todos nós crescemos traumatizados demais com as incontáveis reprises de Timão e Pumba no Tv Cruj e não queremos que a nova geração passe por isso. Percebam que nos comparei ao Tv Cruj. Não é arrogância, é marketing pessoal. Ops. Foco.

(00:01:58-00:17:10) Introdução

Começamos dando uma geral em títulos cinematográficos muito esperados e relativamente relevantes ao universo Otaku; Karate Kid, Avatar ( não o do James Cameron, mas o verdadeiro) e Scott Pilgrim. O primeiro fez sucesso comercial e sabemos o motivo. O segundo não fez e sabemos o motivo. O terceiro foi a piada comercial do ano e nós não fazemos idéia do motivo. Enquanto tentamos decifrar tão importante mistério, lembramos de agradecer ao Beck_Nana pelos livros e de esmolar por mais presentes.

(00:18:00-00:29:15) Ouendan

O chefe do Ouendan japonês namora a capitã do time de baseball? Os dois são o casal mais popular do colégio, mesmo o cara do Ouendan sendo incrivelmente “zoável”? Ou será que estou vendo filmes americanos demais? Aprenda a torcer, dançar, usar um sobretudo preto e manter sua masculinidade acima de qualquer suspeita.

(00:29:36-00:57:06) Ikemen no Brasil?

É tanta testosterona junta que resolvemos remover um pouco. Ou, a julgar pela moda de hoje em dia, eliminar completamente. A discussão terminou e eu ainda não sei se os Ikemen estão ou não invadindo o Brasil. Mas a pergunta que realmente me tira o sono, é se o cabelo do Justin Bieber realmente possui vida própria. E se esse ser está invadindo os cérebros de todos os outros pré-adolescentes playboys do país. Estamos observando de perto uma verdadeira invasão alienígena capilar, e você pode reconhecer os infectados. A onda telepática emitida pelo ser provoca espasmos violentos no hospedeiro, que sacode sua cabeça violentamente para o lado, tentando colocar no lugar certo fios de cabelo que nunca sairam do lugar certo pra começo de conversa. Não venta dentro do shopping, e vento não derrota meio quilo de gel bozzano.

(00:57:54-01:32:14) Temporada de Outono

Falar de anime é sempre bom e nos orgulhamos de ser um porto seguro de otimismo em uma mídia que só sabe falar que o anime está morrendo. Então discutimos um pouco sobre até que ponto a mídia divulga e critica ponderadamente o problema, e quando ela começa a falar mal por simples prazer. Depois caímos na proposta em si do bloco, que é falar sobre as expectativas da próxima temporada de animes da Tv Japonesa.

Chart do Yohan

http://www.youtube.com/watch?v=2_ajYArw33E

Então é isso, boa noite pra todos. Emails para [email protected], e mandem mensagens de voz pro JCast número 100, que na verdade será o 117, mas a gente não está muito preocupado com isso. Até mais, e lembrem-se sempre que o seu osso do quadril se conecta com seu osso das costas, que se conecta com seu osso dos ombros, que se conecta com seu osso do pescoço, que se conecta com seu osso da cabeça: e escute a palavra do Senhor!

O JCast Mark I #24 foi embalado ao som de:

Shiina Ringo – Utaite Miyouri

O Utaite Miyouri é fascinante, pois é a forma mais próxima de beber Shiina Ringo vertendo na fonte. Trata-se de um disco duplo de covers, com as músicas preferidas da minha japonesa preferida. E é nesse album que a gente descobre que a Ringo consegue cantar em inglês, francês, alemão e até mesmo em português! De forma bastante competente, inclusive. Ah, não precisa escutar a musiquinha do final esperando mais um bloco, já vou avisando – ela está ali, na íntegra, só porque essa marchinha em alemão é legal por demais.