Knurd Report #29

Participantes: Darkonix e Laivindil


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(00:01:30-01:16:48) Gender politics está em tudo: deve ser culpa do governo comunista
– Tibet, Facebook e celulares
– Pessoal não é obrigado
– Situação de Game of Thrones (Spoilers)
– Supergirl
– Batman v Superman, Suicide Squad e Legends of Tomorrow

(01:16:49-01:59:45) Numa extremidade o pior, na outra o melhor: Yin Yang dos infernos
– Mad Max
– Mad Max: The Road Warrior
– Mad Max: Beyond Thunderdome
– Mad Max: Fury Road

(01:59:46-03:06:39) Sci-Fi for dummies, carros e robôs for homies: de tudo um pouco, até cachorro morto
– Velozes e Furiosos 7
– Poltergeist
– Interestelar
– Chappie
– Ex Machina
– Big Hero 6
– John Wick
– Kung Fury

(03:06:40-03:47:55) Kimmy é branca mas também é da quebrada: cultura mais do que apropriada
– Lucky Ladies
– Kimmy Schmidt
– Survivor (Spoilers)
– Empire
– Agents of S.H.I.E.L.D.

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Músicas nesse programa:
A Perfect Circle – People are People
Depeche Mode – People are People

  • Lukas Tavares

    Caras, é porque vocês não vivem minha realidade, onde quase todos a minha volta são homofóbicos, e eu tento argumentar contra isso durante horas, para elas simplesmente falarem que são contra porque não é ‘agradável’ aos olhos destas pessoas. Por isso agora achei melhor ficar calado e nem expressar opinião sobre, porque eu tenho certeza que isso vai acabar me matando um dia, de tantas horas de argumento perdido e raiva que poderiam ter sido evitadas…

    *P.S.: Aliás escutei o podcast que vocês falam de Catherine e ele é muito bom, Parabéns!!!

  • Ademar Abiko Jr.

    Um dos argumentos que mais me dão agonia é esse da pessoa se informar melhor. É como se vocês dissessem que se a pessoa fosse mais esclarecida ela teria uma opinião mais próxima da sua.

    Não é uma questão de esclarecimento. De vislumbre de uma verdade. A questão com que perspectiva cada pessoa encara o mundo. Como não existe uma verdade universal, vivemos essa guerra de visões. E a Internet só evidenciou o que sempre aconteceu. E por sempre estarmos expostos a esses conflitos, e dificilmente encontrarmos um lugar confortável de opiniões convergentes, sentimos essa fadiga.

    Mas pense pelo outro lado. Imagine que alguém ache a sua opinião muito errada. Prejudicial ao mundo dela. Ela teria a mesma sensação que vocês têm em relação à ela.

    E vocês gostariam que essa pessoa fizesse chacota de vocês? Ou que elas simplesmente invalidassem sua opinião, tachando-a de irrelevante?

    No fim, o único caminho válido é esse trabalho de formiga. De discussão infindável. De fazer as pessoas abstraírem e se colocarem no lugar da outra e ver se as coisas ainda fazem sentido. Não é fácil, mas pra mim, por enquanto, é o único modo viável pra mudar coisas em suas essências (que no fim é a única mudança real).

  • Ademar Abiko Jr.

    Já sobre Game of Thrones… eu me pergunto porque o estupro, diante de tantas formas de sadismo retratadas na série, é a que mais polemiza.

    Sansa é uma das personagens mais miseráveis de toda a série. E há um motivo para isso. Ela era a principal ícone da visão romântica de mundo. Como o mundo das crônicas é cruel, chega a ser natural, e interessante, que justo a personagem que mais idealizava o mundo veja sua versão mais crua.

    E não acho que a obra do Martin seja maniqueísta a ponto de sabermos se ela vai virar uma personagem forte capaz de jogar o jogo dos tronos. É bem capaz dela ser uma romântica trágica, que iludida, se faz vítima da realidade. E seria uma metáfora interessante.

    Mas como disse, a obra não é maniqueísta. Então há também a possibilidade de que ela se vingue. Tenha sucesso na retomada de Winterfell. Todos torcemos para isso. Gostamos dos underdogs. A cena de estupro foi, com certeza, um fundo do posso para a personagem (romântica, lembrem-se). E acho que o fato de torcemos pela mais velha dos Starks, que antes era a Sonsa, demonstra que o arco está bem conduzido.

  • aldrey

    Primeira vez que eu escuto um knurd que fale de quase tudo que eu acompanho ou acompanhei.
    Eu tenho um certo bias contra big-hero6 não por ser um filme ruim nem nada, eu gosto dele, mais sou uma daquelas pessoas que achou injusto esse filme ter ganhado o oscar de animação então o fato de eu não entender o critério da premiação dele no oscar me fez ficar com um gosto amargo toda vez que eu escuto falar sobre big hero,o que é injusto com o filme but i can’t help it. Dos filmes que vocês comentaram eu assisti praticamente todos menos chapie, poltergeist e os antigos do mad max, mad max como vcs comentaram é realmente uma experiencia, acho que isso é consenso já.
    Não exatamente relacionado a mad max só queria comentar que as vezes eu não consigo entender o criterio das analises de vcs, eu já vi por exemplo vcs pegarem pesado com muitos filmes não tão problematicos – e eu cito man of steel aqui – e parece que nessa hora entra mais uma questão de gosto pessoal de vcs o que eu entendo, mais ao mesmo tempo em outros filmes vcs entendem que a proposta era tal e falam sobre ele em termos daquilo que o filme se propunha a fazer e se ele conseguiu isso. E é esse tipo de analise que me faz ouvir vcs, quando vcs se distanciam um pouco dos seus gostos pessoais ou quando vcs deixam claro que o gosto pessoal de vcs é o que vai influenciar a experiencia que vcs tiveram. Eu sei que obviamente é impossivel se distanciar totalmente dos nossos gostos na hora de “julgar” algo, mais o fato de vcs fazerem isso de um forma meio inconscistente, no sentido de julgar um filme prestando atençao em detalhes minimos e outro ignorando qrandes problemas que deixaram muitas pessoas incomodadas simplesmente pq vcs se divertiram assistindo – aou – me parece bem injusto.
    Provavelmente não fui muito clara, mais enfim isso vem me incomodando nos ultimos knurds que eu escutei então decidi comentar.
    Só queria comentar mais uma coisa, sobre game of thrones eu parei de acompanhar a serie depois do segundo episodio dessa nova temporada, e o que mais me incomoda é que os responsaveis por ela na intencao de entregar algo mais excitante e que não deixe o publico entediado abriram mão de muita coisa boa dos livros e personagens bons e arcos bons, e normalmente eu não ligo se é muito fiel ao livro se a serie já tivesse começado com uma proposta de ser algo diferente, só que não foi assim as duas primeiras temporadas foram muito fieis, a terceira tambem foi um pouco, e nessas ultimas por conta talvez de não poder arcar com ter muitas tramas juntas na temporada eles abriram mao de uma personagem importante desde o principio que ainda tem importancia, mesmo se ela nao aparecesse a menção dela poderia ser algo que mantivesse a serie mais coesa do meu ponto de vista, só que não, eles simplesmente fizeram o que eles costumam fazer que é se focar em cenas que provoquem o choque do publico, o que dava pra ter feito se ela fosse mencionada.
    O que pra mim é triste porque as questões de mitologia e misticismo são pra mim a parte mais interessante do livro e que ajudam a criar um clima de que westeros é um universo diferente não só por causa de wargs e dragoes e feiticeiras e guildas, mais por causa dos deuses e do fato das tradições de cada lugar ter um sentido e importancia.

  • Adriano Beidacki

    Quando eu mal termino de ouvir um Knurd tem outro pra baixar… hehehehe!

  • AnaniasJr

    Sempre me pareceu que o Mad do título de Mad Max não era pra significar maluco, mas sim irritado, irado… furioso. Por isso que Imperatriz Furiosa me parece ser um clone gender swapped de Max, quase como se eles fossem versões diferentes da mesma pessoa vindas de realidades diferentes.

  • Vinicius tomal

    Tantos assuntos, tão pouco tempo para escrever a respeito… De início eu só iria comentar um pouco a respeito da polêmica do estupro em GoT, já que essa discussão rendeu até aqui em casa, depois que minha namorada conversou a respeito com uma amiga que estuda sobre a área (representação da mulher na mídia), gerando algumas opiniões dissonantes a respeito.

    Pessoalmente tenho um grande respeito pelo movimento feminista, e compreendo e legitimo suas lutas, porém, certos comportamentos perpretados em nome do feminismo acabam me soando tão sexistas e misantropos quanto comentários machistas por aí. E nesse ponto acho que o The Mary Sue se excedeu um pouco.

    Concordo que já passou da hora de parar de usar estupro como device narrativo, e que isso de certa forma reflete nossa posição como sociedade marcada pelo machismo…Porém, dar uma overexposure a esse ponto específico quando tem tanta coisa pior na série chega a me parecer que quem reclama esquece que antes de sermos definidos por um sistema binário de gêneros (que é totalmente falacioso) somos todos seres humanos. Me parece misândrico defender tão fortemente que uma personagem não deve ser estuprada quanto tem tantos homens e mulheres na série que morrem de formas grotescas e altamente violentas por conta do papel do homem no sistema de segurança nacional. Tal como é degradante ver uma mulher subjugada pelo patriarcado, me sinto igualmente ofendido por ver homens inocentes morrendo pelas noções de que ao homem repousa a responsabilidade de lutar por um sistema de governo que pouco oferece em troca, como em Westeros, onde uma monarquia quase feudal ainda impera e as guerras são mais que constantes.

    Digo mais, se uma mulher fosse torturada e mutilada genitalmente na série como forma de retirar sua identidade de gênero e sexualidade, o outcry seria absurdo, mas, como isso acontece com um homem, pouco se fala e pouco se faz. É muito fácil falar que “cada um que cuide do seu quintal e de suas sensibilidades”, porém, apesar de até parecer piada, quem faz parte de uma população mais ou menos hegemônica acaba sendo visto com total ilegitimidade para reclamar. Para piorar, todos os grupos de “direitos do homem” por aí nada mais são do que grupos de ódio/antifeminismo travestidos de movimentos sociais, o que faz com que cada vez mais o homem cis (independente de sua orientação sexual ou raça) não pode reclamar, mesmo em uma situação onde efetivamente existem abusos, sem que seja excluído do debate por ostentar seu privilégio ou tratado como um palhaço.

    Temas sérios como o abuso sexual e a violência doméstica contra homens, apesar de não serem tão proeminentes, são tratados como piada, impedindo muitos indivíduos de buscarem ajuda. Do mesmo jeito as taxas de suicídio e de mortes violentas são assustadoramente maiores entre o sexo masculino, e deus me livre se um homem reclamar disso, vai ser tachado de fresco não apenas entre seus pares mas por toda a sociedade.

    Então se uma feminista, que suponho que seja versada em um pensamento crítico, vem me dizer que foi esse estupro foi a gota d’agua e que não vai mais ver a série, só posso achar absurdo. Tudo bem se foi uma reação pessoal (afinal, admito que pode ser uma situação pesada de você foi uma vitima de violência sexual), mas caso o contrário, me parece que você se esquece que ninguém merece sofrer e que a violência contra o homem é igualmente ilegitimada.

  • Vinicius tomal

    Depois dessa, alguns comentários sobre Mad Max, já que tal como o Darko, maratonei a trilogia antes de ver o Fury Road (que infelizmente queria ter visto no IMAX em 3D, mas nem a pau que pagaria 60 contos nessa brincadeira, e já que perdi a cabine de imprensa me contentei em pagar 4,50 na segunda feira seguinte).

    Considero o 1o Mad Max como uma prequel que por acaso saiu antes. A visão do diretor era claramente mais próxima a wasteland apocalíptica do Road Warrior, mas como o Miller não tinha um puto no bolso, foi feito o que deu para fazer (tanto é que para ficar mais barato todos os carros foram reutilizados e repintados para várias cenas, a gangue do Toecutter é composta por uma gangue de motoqueiros de verdade – bem mais baratos do que atores, e o próprio carro do Miller foi sacrificado para concretizar o filme). Sei que ele tem problemas de pacing, mas não achei que foi um filme realmente ruim, ainda mais que acho o clima soturno dele de que tudo está indo para a casa do caralho bem legal (Also, a única indicação dessa decadência é o aviso de que o filme se passa “alguns anos no futuro”.)

    Falando nisso, com o Fury Road, é mais fácil de situar uma cronologia para a série (ainda que também ache que tudo acontece muito rápido para que o colapso da sociedade chegue ao ponto que chegou no 4o filme – com a Furiosa citando que nasceu no “green place” como se os nomes e tradições da sociedade contemporânea já tivessem sido esquecidos a décadas – o que nos levou a bolar a teoria de que o Max já estaria morto a muito tempo e seria como uma entidade da estrada, sempre indo pela wasteland resolvendo problemas para ficar em paz consigo mesmo).

    Considera-se que o 1o Mad Max se passe durante a guerra do Irã, que escalou incrivelmente naquele mundo, levando a uma falta de combustíveis e aumento dos preços. Nesse ponto muitos australianos foram mandados para a guerra, a economia está no buraco e as gangues dominam o outback, sendo que dá para ver que ainda existem hospitais, redes de TV e advogados, já que as pessoas acreditavam que tudo voltaria ao normal em breve (a indicação que a rede de televisão está fora do ar no final do filme precogniza que tudo está indo de mal a pior e a sociedade está prestes a ruir). Do 1o para o segundo, o conflito escala a ponto de que as reservas de petróleo são praticamente destruídas e provavelmente as cidades já estão com falta de energia levando muitos a fugir para o interior do país para escapar do caos urbano, do mesmo modo isso é o que leva ao Papagali (que trabalhava para uma companhia de petróleo) a ir com um comboio para uma perfuração garantir o dele.

    Porém, muitos dos veteranos da guerra que voltaram e viram que o estado tinha ruído, acabaram se juntando as gangues que rondavam o interior, o que provavelmente é o caso do Humoungous (aparentemente um militar desfigurado), que meio que começava a organizar socialmente os salteadores em cultos de personalidade como veríamos acontecer com o Immortan Joe no futuro.

    No Beyond Thunderdome, a guerra nuclear já aconteceu e sinceramente, isso fica bem explicito com o conto da criançada, não necessitando de maiores explicações, onde tudo se passa após o apocalipse e o inverno nuclear, tendo a sociedade se reconstruído pouco a pouco. O Fury Road que fica meio deslocado então, já que tudo parece ter acontecido há pelo menos 50 ou 60 anos, mesmo que isso seja incoerente com a idade do Max e do Immortan Joe, já que não engulo que tanta cultura e tecnologia se perdeu em meros 20 anos.

    De todo modo deixo minha indicação sincera para verem IL NUOVI BARBARI, um épico cinematográfico italiano que parece ser uma mistura de Mad Max 2 e um spaghetti western. O filme é fascinante e tem tantos elementos completamente bizarros (como a edição extremamente exagerada e a trilha sonora de sintetizadores), que tornam o resultado final muito curioso, ainda mais com uma cena absolutamente estarrecedora que retorna o motiff de homoerotismo entre os vilões, e deve ter sido muito corajosa para a época (mais pontos ainda porque neste filme os vilões vestem branco). Espero as suas impressões desse fantástico filme.

  • José Verissimo

    “Quando eu vi Capitão América 3 num 3D normal, era tudo borrado, parecia um sonho” Darkonix, 2015, bem antes do lançamento do filme.
    Esse CA 2 tem algum feitiço, TODO MUNDO fala dele como sendo 3 Huashhuashuash

  • Adriano Beidacki

    Sobre GoT, se a tal comunidade feminista que está boicotando a série (como se adiantasse alguma coisa) porque só agora? Quando vemos Daenerys, uma também adolescente ser vendida pelo irmão que comenta que faria ela ser estuprada por todos os guerreiros e cavalos dos Dothraki se isso ajudasse ele a retomar Winterfell. Ela é igualmente estuprada e acontece algo pior, ela se obriga a se interessar por Drogo para pelo menos deixar de ser arregaçada por ele toda noite. Você poderia alegar que ela encontrou sua força e colocou ele no lugar dele e assumiu que ele deveria tratá-la como igual e isso realmente acontece depois, ele começa a respeitá-la, mas só pelo motivo dela ter se rendido a ele e feito um sexo gostoso com ele. Em resumo, isso lembra aqueles animes hentai, onde a menininha inicialmente abusada começa a ter prazer no ato sexual, mesmo que sejam tentáculos horríveis ou criaturas demoníacas pegando ela, no final, ela goza. No meu ponto de vista, ela foi muito mais abusada do que a Sansa, que tinha pelo menos um vislumbre de um plano para quem sabe retomar seu posto, mesmo que sofresse um pouco, diferente de Daenerys que só foi um joguete nos planos do irmão, que no final sucumbiu por fazer a besteira de ameaçar a esposa grávida de um líder tribal bárbaro de uma sociedade patriarcal que não pagava imposto pra matar ninguém. Outro caso mais terrível foi o da Brienne que foi salva de ser estuprada por que Jamie deu algum motivo lucrativo para seus captores manterem ela ilesa, por que o motivo deles quererem estuprá-la é que ela parecia um homem, um “cavaleiro” , como se ela fosse lésbica e muito macha e eles quisessem destruir essa “macheza” que os amedronta naquela mulher grandona, isso é bem anti-feminista, mas porque não gerou desconforto nas feministas a ponto dessa reação ter sido feita a mais tempo? Então cadê a coerência sobre o papel da mulher nessa galera? Isso considerando que o Universo de GoT tivesse em algum momento obedecer qualquer conceito aceitável ou não do nosso mundo. Se George R.R. Martin quiser fazer uma personagem escrava, negra, que é estuprada e sofre nas mãos dos homens, gostando ou não, é uma liberdade criativa dele na obra dele, ele não tem que se reportar a ninguém pra ver se isso vai ser legal ou vai insultar fulano ou fulana. E óbvio que ele como escritor, bom ou mal, isso é relativo, mas faria algo do tipo em benefício da história que ele quer contar.
    O único defeito, sim, usarei a palavra defeito, mas de uma forma positiva para o Knurd, o único defeito desse episódio é não ter esperado o final da temporada. Confabulações e análises sem ver o término dessa parte da trama podem se perder quando no episódio seguinte tudo isso mudar e existem sim muitas mudanças na série e muita coisa acontecendo. Toda a política e importância de um número gigantesco de personagens se alterou nessas temporadas das crônicas de gelo e fogo, dizer que não aconteceu nada me parece não estar olhando pra o seriado com a profundidade necessária e só ficar focando na parte sexual mais explícita e fanservicial (existe isso?) da série que convenhamos diminuiu absurdamente.
    Sansa apesar de tudo que sofreu, não perdeu a sua pureza, sua inocência, não se pode também colocar uma evolução tão grande da Sansa, ela tem ainda na série uns 14, no máximo 15 anos, como exigir dela um comportamento adulto, sendo que toda a família dela foi assassinada e ela tem sido jogada de lá pra cá por outras pessoas? A perda da inocência de forma brutal, foi o marco de mudança pelo menos naquele momento da série, para ela se tornar uma mulher melhor e mais forte. Ahh mas tinha que ter sido dessa forma violenta? Seria mais esquisito ela um dia olhar pela janela, ver um corvo voando e decidir: Ahh agora eu vou reagir!

  • nicolas

    1 sexta do mes só seria melhor se houvesse jcast novo

  • jew

    have you ever think about record a cast in english?