JCast #141

GIGA RANT!
Review: Welcome to the Space

Participantes: Darkonix, Laivindil e Yohan

Welcome to the Jcast Show. Existe uma série de coisas mais urgentes do que ouvir o nosso podcast. Mas ainda assim você aperta o botãozinho ali embaixo e faz o download. Entendemos você. Também somos vítimas de impulsos totalmente ilógicos como esse. Pelo menos você ainda não está perdendo horas e horas falando com o seu monitor, editando arquivos de áudio e tentando ser espirituoso em um post na internet. Aproveite a pouca inocência que ainda resta na sua vida e não nos deixe corrompê-la. Oh, a quem quero enganar? Você já tomou sua decisão. E provavelmente já cansou do conteúdo dramático desse parágrafo. Provavelmente nem está lendo mais, e já pulou para o download. Ora, ora. Se ninguém mais está lendo, podemos agora confessar coisas proibidas. Só pela diversão. Eu vou checar a lista de 772 páginas e decidir o que será mais emocionante revelar. Já volto.

(00:00:42-00:40:18) GIGA RANT!

Esse bloco ficou tão grande que chutou com a bunda o que entraria em seu lugar. De tudo um pouco. Viajamos na maionese, como naquele comercial do Toddynho, só que que sem chocolate. Sem chocolate no rio de chocolate, sabe. Com maionese, ao invés. Espero que tenham entendido. Da segunda vez, senão a explicação se tornará patética e pouco sutil.

Trilha: Rhaissa Bittar – Voilà

(00:41:26-01:21:20) Review: Welcome to the Space Show

Um grandioso filme desenvolvido por Besame Mucho. O que pode dar errado? Crianças, cães falantes, viagens pelo espaço e pelo lado escuro da Lua, que deve ser o canto mais chato do universo na vida real, mas que nos filmes parece despertar mais curiosidade que as Minas do Rei Salomão. Sempre é bom ver um desenho com mais de duas horas, desde que esse tempo seja preenchido com conteúdo dramático de primeira. Ou explosões. Ou lolicon. Ou as três juntas, pois a vida é curta e as experiências precisam ser completas. Se é o caso desse filme ou não, descubra ouvindo o review.

Trilha: Ike Yoshihiro – Welcome to the Space Show OST

Então, né, gente, mandem emails para [email protected], e até semana que vem! (Esse sou eu, postando o JCast do trabalho em uma tediosa e fria manhã de segunda-feira)

JCast #127

Rant: Charlie Sheen, Sitcoms e Gnomeu e Julieta
Review: Perfect Blue
Goes Off: Black Swan
Goes Off: Bonus Track – Oscar 2011

Participantes: Darkonix, Laivindil e Valéria Fernandes

Os Oscars já se foram mas ainda podemos sentir seu cheiro. Esse especial poderia ter saído antes, mas se nós estivéssemos em dia com as tendências mais modernas perderíamos nossa identidade. Assim sendo, hoje fazemos esse confronto de Titãs. Perfect Blue do saudoso Satoshi Kon e Cisne Negro do ainda não saudoso Darren Aronofsky. Será que um é remake/imitação descarada/homenagem do outro? Para nos ajudar a descobrir esse enigma convidamos a Valéria do Shoujo Café e do Shoujocast. O papo rendeu tanto que até ganhamos um bloco extra/não planejado/super-em-voga-com-os-assuntos-do-momento-pra-variar. Como o dia está corrido e tem episódio atrasado de Madoka Magica pra assistir, vamos direto aos negócios.

(00:00:33-00:16:26) Rant: Charlie Sheen, Sitcoms e Gnomeu e Julieta

Charlie Sheen é um exemplo. Se você quer destruir sua vida, esse é o caminho. Não tem que ser tudo tão deprimente e chato. Acompanhar estrelas decadentes na TV já não era mais divertido, até que Sheen chegou para revitalizar o conceito. É basicamente o que indústria já faz com seus remakes e relançamentos. Em breve faremos a mesma coisa. Sairemos falando qualquer merda que vier na cabeça, faremos alegações que beiram a ilegalidade e daremos vexame no podcast dos outros.

Ahn… ops.

PS: NÃO assistam Gnomeu e Julieta. E nem é por causa do Briggs.

Trilha: The Legend of Zelda – Ocarina of Time OST

(00:17:10-00:46:51) Review: Perfect Blue

Não se fala em outra coisa essa semana. O trágico terremoto no Japão está repercutindo pela mídia mundial, e sem querer falamos um pouco de terremotos nesse bloco. Não desse último, já que gravamos isso um pouco antes. A primeira obra-prima de Satoshi Kon só saiu como a conhecemos graças a um terremoto. Descubra nesse bloco como será o futuro de todas as 48 meninas do AKB.Aliás, essa seria uma trama perfeita para Perfect Blue 2.

Trilha: Perfect Blue – Original Soundtrack

(00:38:58-01:06:15) Goes Off: Black Swan

Algumas pessoas têm visto esse filme mais de 30 vezes. Será que ele é muito bom, será que demora pra entender, ou será que a cena de sexo entre a Portman e a Kunis é tão boa que merece ser apreciada muitas vezes para que decifremos seus significados ocultos? Bom, nenhuma dessas respostas é dada aqui, mas fazemos nossa análise habitual. E se geralmente conseguimos ir fundo até falando sobre as bochechas siliconadas da Joan Rivers, imagina com esse tema. Obviamente, como Aronofsky não está aqui para se defender, não acredite em nada que não tenha sido confirmado por ele antes. Caso não consiga encontrá-lo, fique com nossas opiniões. Elas são mais legais até pra se discordar.

(01:11:10-01:27:45) Comparação Perfect Blue X Black Swan, com alguns spoilers

Perfect Blue / Requiem For A Dream Bath Scene Comparison
Black Swan VS Perfect Blue
I Just Want to be Perfect

Trilha: Clint Mansell – Black Swan OST

(01:28:14-02:06:26) Goes Off: Bonus Track – Oscar 2011

O MTV Movie Awards é muito mais divertido. Era né, até Crepúsculo chegar e ficar ganhando todos os prêmios. Daí depois dizem que o Oscar é mais sério. Pessoas esquecem que no Oscar também são os mesmos filmes de sempre que ganham. A diferença é que ao invés de adolescentes histéricas votando temos velhinhos conservadores. De que lado você está? Te ajudamos a decidir nesse breve comentário sobre as aventuras e desventuras da cerimônia este ano.

Trilha: Sondre Lerche – Phantom Punch

Curioso comentarmos rapidamente sobre o até então catastrófico terremoto de Kobe nessa edição e poucos dias após a gravação acontecer esse desastre de Magnitude 9. Se o bater das asas de uma borboleta de um lado do mundo pode gerar um furacão do outro, é melhor tomarmos mais cuidado com nossas palavras daqui pra frente, antes que acabemos por destruir o Japão. E o resto do mundo também, dada a quantidade de besteira que a gente fala. Aliás, já que toquei no assunto, quem quiser ajudar pode doar para:

Cruz Vermelha
Exército de Salvação
Visão Mundial
GlobalGiving

Todos via cartão crédito internacional ou PayPal. Ah, você também pode comprar a pulseirinha “We Pray for Japan” da Lady Gaga, mas a grana que você vai gastar de frete teria melhor uso se adicionada à sua doação. Já quem quiser ajudar o JCast, mandem emails para [email protected], e nos visite em www.jcast.com.br, caso esteja nos ouvindo na Kombo. Até semana que vem!

01:28:14-02:06:26

JCast #121

Rant: Rapunzel, dublagem, Madoka Magika e Milky Holmes
Preview: Temporada de Inverno 2011 – Parte 2

Participantes: Darkonix, Laivindil e Yohan

A temporada de inverno continua no Jcast. Oi? Inverno? Escrever isso debaixo do ventilador, suando que nem porco é realmente ridículo. Mas não mais ridículo do que um anão cortando lenha. Piadas requentadas à parte, nessa segunda e derradeira parte de nossas primeiras impressões, damos conta de quase todo o resto dos títulos disponíveis. Digo “quase”, pois aparentemente todos esqueceram de assistir Starry Sky. Não acho que tenhamos perdido muita coisa. Quando resolverem personificar comidas mexicanas em bishonens, aí sim talvez a gente dê uma chance. Piadas infames à parte, ouça o programa, concorde, discorde, e decida de uma vez por todas quais séries merecerão sua atenção nos meses vindouros. Ou se você for um Otaku de raiz e tiver todo o tempo do mundo, não nos ouça e simplesmente assista a tudo. Menos Vanguard. E Starry Sky. E a versão americana de Skins.

(00:00:48-00:09:55) Rant: Mais Rapunzel, dublagem, Madoka Magika e Milky Holmes

Rapunzel é tão bom que merece mais um blablatório a respeito. Na verdade não, apenas nossos participantes assistem aos filmes com gaps imensos. E outros são preconceituosos demais para dar uma chance. Tente adivinhar quem é quem. Agora, pior do que a dublagem do protagonista, e as adaptações engraçadinhas e desnecessárias é Milky Holmes. Pena que o Yohan é fã. E o Darko também. Ele só tem que descobrir isso.

Trilha: GO!GO!7188 – Dotanba de Cancel

(00:10:35-01:22:47) Preview: Temporada de Inverno 2011 – Parte 2

Essa semana estamos mais balanceados. Entendam “balanceados” como uma forma polida de dizer que a merda fedeu bem mais. Não foi planejado, mas alguns títulos acabaram não sendo tão bons como esperávamos. Isso é uma bênção. Um presente dos deuses, para que não joguemos nossas vidas fora assistindo a tanto desenho. Animes ruins são feitos para equilibrar o universo. Só falta agora a BBC produzir alguma coisa que não preste, pra sobrar ainda mais tempo. Por outro lado, os títulos bons foram bem melhores do que esperávamos. Ou isso é outra pegadinha do universo, ou somos bipolares. Ok, não tem nada a ver uma coisa com a outra. Eis a lista do que comentamos, devidamente timestampeada:

(00:10:35-00:18:01) IS <Infinite Stratos>
(00:18:01-00:27:23) Gosick
(00:27:23-00:34:00) Freezing
(00:34:00-00:38:46) Kore wa Zombie desu ka?
(00:38:46-00:44:22) Kimi ni Todoke 2ª temporada
(00:44:22-00:48:31) Haiyoru! Nyaruani: Remember My Love (Craft-Sensei)
(00:48:31-00:59:09) Hourou Musuko
(00:59:09-01:08:31) Rio: Rainbow Gate!
(01:08:31-01:17:15) Fractale

Trilha: Yuko Ando – Shabon Songs

E é isso, vamo mandar email pessoal, e divulgar o JCast que eu tive mó trabalhão dando um tapa no layout pra adicionar as news. O email é [email protected], mandem mais que a gente quer fazer um bloco de Feedback. Pra quem acessa pela Kombo, nosso endereço é o www.jcast.com.br, com notícias supostamente dia-sim-dia-não, e posts esporádicos no blog. Nossa, como somos bons em vender nosso peixe, viram?  Beijo nas crianças, afago nos cachorros, até semana que vem!

JCast Reviews #33

Super combo hoje. Review duplo de obras com mais diferenças que coisas em comum. Em nossa linha de raciocínio única, é o suficiente para juntá-las. São obras curtas de fácil digestão, direcionadas para públicos segmentados e específicos. Produziram filhotes em live-action que também são pincelados por nós, como um bonus track. E nenhuma das duas seguraria sozinha um programa inteiro, então fizemos esse casamento improvável. O rock’n’roll violento de Detroit Metal City e a adocicada e metrossexual atmosfera de Antique Bakery. Isso pode ser encarado em vários níveis de profundidade. Na superfície é apenas uma análise crítica sobre duas obras da ficção japonesa. Mas lá no fundo, é um Manifesto do Jcast contra o preconceito. Se duas histórias tão diferentes podem coexistir de maneira orgânica dentro de um mesmo review, você também pode conviver pacificamente com o resto da humanidade. E quando fizer isso me conta, morro de curiosidade de saber como é.

(00:01:54-00:16:55) Introdução

O Justin Marks que vá descobrir quem pintou as Zebras, porque “He-Man e OS Mestres do Universo” ainda é o melhor derivado do desenho original que existe. E até hoje é o único filme bom do Dolph Lundgren. Se o Guilherme Briggs trabalhasse com tradução na época do He-Man, ele daria um jeito nesse nome. Impossível crianças se identificarem com um herói que, além de claramente homossexual, possui um nome impronunciável por elas. Como localização cultural, ele colocaria inúmeras “in-jokes” referentes à natureza vascaína do personagem.

(00:17:35-00:47:18) Detroit Metal City

Eu adoro o potencial cômico do Heavy Metal e o potencial ainda mais cômico dos fãs de Heavy Metal, que levam aquilo tudo (e a si mesmos) tão a sério. E pelo jeito não sou o único. Detroit Metal City tem tudo o que você espera encontrar ao sentar pra ver um anime. E de quebra ganha material pra zoar de boa a turminha gótica da escola.

(00:48:05-01:14:06) Antique Bakery

Todo mundo fica com água na boca lendo esse mangá. Garotas e garotos ecléticos, lógico, ficam com mais água na boca, já que não é só a comida que lhes provoca desejo. É praticamente um pornô estomacal. Ok, falar isso é perigoso. Um pornô estomacal literal é tão possível em terras nipônicas, que seu significado não é tão obviamente metafórico quanto deveria. Ignorem então, já que não existe sexo nesse título, nem sujo nem limpinho. Ótimo, agora mesmo que ninguém vai ouvir. É, melhor deixar o marketing com a Boo.

Percebam que a capa do podcast dessa semana possui duas interpretações: ou o Tachibana e o Ono aprisionaram Krauser com o doce poder de seus bolos e estão posando pra foto, ou eles não perceberam que o Krauser está a ponto de sair das TVs para estuprá-los. Enquanto vocês decidem qual a melhor vertente, mandeu seus emails para o [email protected], e até semana que vem!

O JCast Reviews #33 foi embalado ao som de:

Detroit Metal City e Antique OST

Obviamente, as trilhas sonoras das obras aqui retratadas. DMC provavelmente rendeu a trilha mais barulhenta da história do JCast. Engraçado que o SATSUGAI desse álbum é diferente do anime, vai entender. Já Antique eu escolhi a trilha do filme, bem felizinha e tranquila, ótima pra relaxar.