JCast Goes Off #7

O Brasil passa por uma fase inspiradíssima no mercado de quadrinhos, com vários nomes muito bons pipocando o tempo todo aqui ou ali. Graças à nossa Relações Públicas, a senhorita Boo, conseguimos uma entrevista com dois desses nomes que surgiram nos últimos anos, mas já chamaram bastante atenção pela qualidade do trabalho que fazem. Se inspirem com eles, ou larguem seus sonhos e vão estudar Direito, e viver uma vida adulta e amargurada, como o senso comum diz que ela deve ser.

(00:01:02-00:06:52) Introdução

Aqui a gente fala besteira, como sempre, e a Cátia dá sua opinião sobre a EpicCon, onde ela esteve pouco mais de uma semana atrás. Aliás, esse programa tem uma side quest: acompanhar o crescente nível etílico da Boo! O bafômetro estará no canto inferior direito da sua tela, mesmo se você estiver ouvindo isso no seu mp3 chinês com 5 anos de idade, que não tem uma tela.

(00:07:17-01:04:32) Entrevista: Cátia Ana e Vitor Cafaggi

Uma entrevista no JCast não é uma entrevista se não assustarmos nossos entrevistados um pouco com a nossa bizarrice, então peço desculpas à Cátia Ana (que é um docinho de pessoa) e ao Vitor Cafaggi (por quem a Boo se derreteu, mas não conta pra ninguém). De qualquer forma, eles falaram sobre como começaram, como é fazer quadrinhos no Brasil, patos ninjas, dinheiro, o fim da mídia impressa e, finalmente, sobre como o Lai…aham, um escritor pode ganhar espaço, e consequentemente dinheiro, mesmo a área deles sendo quadrinhos, não literatura.

O Diário de Virginia
Prancheta da Cátia
@virginiaemike
Puny Parker
@vitorcafaggi
Lady’s Comics
Los Pantozelos

É isso, quem quiser mandar emails, o lugar é o [email protected]. Aliás, semana que vem teremos um News, então se querem ser lidos, mandem logo. E lembrem-se que o programa número 100 está se aproximando, e queremos depoimentos, seja em áudio ou por escrito.

O JCast Goes Off #7 foi embalado ao som de:

Fanfarra Paradiso

A trilha quem escolheu foi a Dona Boo. O problema é que a banda só tem um cd, com 5 músicas lançadas em 2008, ou seja, você vai ouvir a mesma música duas ou três vezes ao longo do programa. Mas isso não é problema algum, tanto que eu queria mais coisa deles! Eles ainda fazem shows por aí, mas não me dei ao trabalho de saber de onde são. Ah, o boteco que vende espeto e caipirinha de mini-javalis que ilustra a arte do disco é de extremo bom gosto, queria dar um pulo por lá.