JCast #169

Rant: Avenida Brasil, Revenge, House, Brave, Spider-Man
Preview: Temporada de Verão 2012
Participantes: Dri Sweetpepper, Yohan, Darkonix e Laivindil

Choque literário não é descobrir que Uma Cilada para Roger Rabbit foi baseado em um livro adulto, ou que o bestseller mommy’s porn do momento, 50 Shades of Grey é originalmente uma fanfic de Crepúsculo. Boquiaberto você fica quando descobre que John Grisham fez uma série de livros infanto-juvenis no estilo “nome próprio-subtítulo detalhando a aventura da vez”. Claro que ele não tocaria no sobrenatural e é por isso que Theodore Boone é um “Menino Advogado”. É engraçado, é como se o Boy George entrasse pra esse mercado e fizesse “Danny Tranny, The Girl Without a Cunt”. Cada autor fica na sua zona de conforto, embora eu deva lembrá-los que JK Rowling não é uma bruxa nem conviveu com essa raça. Estou prestes a lançar a série “Vaginas Horizontais: O Báculo do Consolo” e nem por isso sou ninfomaníaco ou conhecedor profundo da arte do sexo. Sabiam que o Kama Sutra não é um livro dedicado a sacanagem? Na verdade Kama é o prazer luxurioso que só pode ser alcançado através de Artha que fica muito difícil ser mantida se não houver prática responsável do Dharma. Mas nada disso importa, afinal a gente quer mesmo é Moksha. E chocolate. E que Once Upon a Time pare de forçar a barra e se atenha apenas aos contos de fadas. Aladdin não é um conto de fadas, muito menos Mulan. Eles estão descaradamente fugindo do tema e adaptando qualquer coisa que tenha sido tocada pela Disney. Não me espantaria se o Galinho Chicken Little desse uma aparecida. Mais absurdo que usar portão elétrico no modo manual. Abel Santa Cruz é que foi um cara feliz. Enquanto a Televisa for viciada em remakes, seu nome viverá sob os holofotes. Continue lendo “JCast #169”

JCast Goes Off #7

O Brasil passa por uma fase inspiradíssima no mercado de quadrinhos, com vários nomes muito bons pipocando o tempo todo aqui ou ali. Graças à nossa Relações Públicas, a senhorita Boo, conseguimos uma entrevista com dois desses nomes que surgiram nos últimos anos, mas já chamaram bastante atenção pela qualidade do trabalho que fazem. Se inspirem com eles, ou larguem seus sonhos e vão estudar Direito, e viver uma vida adulta e amargurada, como o senso comum diz que ela deve ser.

(00:01:02-00:06:52) Introdução

Aqui a gente fala besteira, como sempre, e a Cátia dá sua opinião sobre a EpicCon, onde ela esteve pouco mais de uma semana atrás. Aliás, esse programa tem uma side quest: acompanhar o crescente nível etílico da Boo! O bafômetro estará no canto inferior direito da sua tela, mesmo se você estiver ouvindo isso no seu mp3 chinês com 5 anos de idade, que não tem uma tela.

(00:07:17-01:04:32) Entrevista: Cátia Ana e Vitor Cafaggi

Uma entrevista no JCast não é uma entrevista se não assustarmos nossos entrevistados um pouco com a nossa bizarrice, então peço desculpas à Cátia Ana (que é um docinho de pessoa) e ao Vitor Cafaggi (por quem a Boo se derreteu, mas não conta pra ninguém). De qualquer forma, eles falaram sobre como começaram, como é fazer quadrinhos no Brasil, patos ninjas, dinheiro, o fim da mídia impressa e, finalmente, sobre como o Lai…aham, um escritor pode ganhar espaço, e consequentemente dinheiro, mesmo a área deles sendo quadrinhos, não literatura.

O Diário de Virginia
Prancheta da Cátia
@virginiaemike
Puny Parker
@vitorcafaggi
Lady’s Comics
Los Pantozelos

É isso, quem quiser mandar emails, o lugar é o [email protected]. Aliás, semana que vem teremos um News, então se querem ser lidos, mandem logo. E lembrem-se que o programa número 100 está se aproximando, e queremos depoimentos, seja em áudio ou por escrito.

O JCast Goes Off #7 foi embalado ao som de:

Fanfarra Paradiso

A trilha quem escolheu foi a Dona Boo. O problema é que a banda só tem um cd, com 5 músicas lançadas em 2008, ou seja, você vai ouvir a mesma música duas ou três vezes ao longo do programa. Mas isso não é problema algum, tanto que eu queria mais coisa deles! Eles ainda fazem shows por aí, mas não me dei ao trabalho de saber de onde são. Ah, o boteco que vende espeto e caipirinha de mini-javalis que ilustra a arte do disco é de extremo bom gosto, queria dar um pulo por lá.